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Sobre nós

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Site
https://www.femto.design
Setor
Design
Tamanho da empresa
11-50 funcionários
Sede
São Paulo, SP
Tipo
Empresa privada
Fundada em
2018
Especializações
innovation, design thinking, human-centred design, human-centered design, service design, product design, design sprint, user experience, customer experience, innovation consulting, service innovation, business innovation, innovation strategy, strategic design e startups

Localidades

  • Principal

    Alameda Santos, 1909

    Cj 11

    São Paulo, SP 01419100, BR

    Como chegar

Funcionários da femto design

Atualizações

  • China domina 93% da produção de ímãs de terras raras Ocidente enfrenta desafio de custo e escala para competir A China consolidou sua liderança global em terras raras após décadas de planejamento estratégico, aquisições internacionais e políticas industriais. Hoje, responde por 70% da mineração, 90% da separação e processamento e 93% da fabricação de ímãs, insumos essenciais para smartphones, veículos elétricos e equipamentos militares. Enquanto Estados Unidos, Europa e Japão tentam construir uma cadeia alternativa, especialistas alertam que os custos de produção e a escala necessária tornam o desafio quase intransponível. Pequim mantém preços baixos para desencorajar concorrentes, mas usa sua posição para exercer pressão em negociações comerciais e impor restrições estratégicas. O domínio foi construído desde os anos 1990, quando a China expandiu rapidamente sua produção com regras ambientais mais flexíveis e, depois, subiu na cadeia de valor ao assumir fábricas ocidentais. Essa trajetória levou ao fechamento das últimas linhas de produção de ímãs nos EUA em 2004, transferidas para Tianjin e Ningbo. Embora iniciativas recentes como subsídios norte-americanos e programas de reciclagem no Japão apontem alternativas, analistas concordam que quebrar a dependência será lento e oneroso. O dilema central permanece: indústrias ocidentais priorizam o menor custo, mesmo diante do risco estratégico de concentrar fornecimento em um único país. Gostou? Curta , Comente , Compartilhe , Salve #mineração #terrasraras #geopolítica #China #supplychain #transiçãoenergética #femto #femtomining Fonte: Financial Times – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe da femto design.

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  • Rio Tinto investirá US$ 2,74 bi em lítio na Argentina Projeto Rincón recebe aprovação ambiental e avança para fase de extração A Rio Tinto obteve aprovação do estudo de impacto ambiental para o projeto Rincón, localizado na província de Salta, Argentina. Avaliado em US$ 2,74 bilhões, o empreendimento marca um passo decisivo para a produção de salmoura de lítio em escala industrial. A autorização foi concedida pelo Ministério da Mineração após processo interdisciplinar que envolveu autoridades ambientais, hídricas e representantes de comunidades locais, que participaram de consultas públicas. A iniciativa será conduzida pela subsidiária Rincon Mining Limited, que já havia conquistado recentemente benefícios sob o Regime de Incentivos a Grandes Investimentos (Rigi). O projeto prevê inicialmente a operação de uma planta com capacidade de 3.000 toneladas anuais de carbonato de lítio equivalente, acompanhada por plano de expansão que adicionará 57.000 toneladas anuais à produção. A estrutura inclui campos de poços de produção, instalações de processamento, áreas de descarte e infraestrutura associada. O diferencial será o uso da tecnologia de extração direta de lítio (DLE), que permite maior eficiência, menor geração de resíduos e conservação hídrica em comparação a métodos convencionais. Com a aprovação, a Rio Tinto prevê o início das operações em 2028, reforçando sua posição estratégica na cadeia global de minerais críticos essenciais à transição energética. Gostou? Curta , Comente , Compartilhe , Salve #mineração #lítio #transiçãoenergética #Argentina #RioTinto #investimentos #femto #femtomining Fonte: BNamericas – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe da femto design.

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  • Enova Mining confirma até 2,17% de TREO em Minas Gerais Resultados reforçam East Salinas como alvo estratégico de terras raras A Enova Mining divulgou novos resultados de ensaios no Projeto East Salinas, em Minas Gerais, que confirmam teores de óxidos de terras raras totais (TREO) de até 2,17%. O estudo, conduzido em 57 amostras de fragmentos de rocha coletadas nos prospectos Naked Hill, Bald Hill e Hairy Hill, revelou concentrações significativas de neodímio-praseodímio de até 7.209 ppm, com razões chegando a 37,8%, além de óxidos pesados (HREO) de até 2.508 ppm. Esses resultados elevam a confiança no potencial do projeto e destacam sua relevância estratégica. A análise sugere que os três prospectos podem formar parte de um único sistema mineralizado de larga escala, ampliando o potencial de desenvolvimento. A companhia prepara agora sua primeira campanha de perfuração diamantada, com 10 a 15 furos planejados ao longo de quatro quilômetros, com o objetivo de testar a continuidade em profundidade e confirmar a consistência dos teores identificados em superfície. Paralelamente, estudos metalúrgicos preliminares investigam rotas de processamento de baixo custo, incluindo concentração gravimétrica, para definir caminhos eficientes de recuperação. O avanço dessas etapas reforça o posicionamento de East Salinas como uma oportunidade de destaque na exploração de minerais críticos voltados à transição energética e à cadeia global de suprimentos tecnológicos. Gostou? Curta , Comente , Compartilhe , Salve #mineração #terrasraras #estratégia #transiçãoenergética #exploração #investimentos #femto #femtomining Fonte: Enova Mining Limited – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe da femto design.

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  • Sprott financia US$ 4 milhões para grafite na Bahia Expansão da South Star Battery Metals reforça cadeia crítica de suprimentos A Sprott Streaming and Royalty, um dos maiores fundos globais de financiamento do setor minerário, negocia a concessão de um crédito de US$ 4 milhões à South Star Battery Metals. O objetivo é ampliar a produção de grafite da mina Santa Cruz, localizada na Bahia, em um momento em que o ocidente busca reduzir dependências externas e fortalecer a cadeia de suprimentos de minerais críticos. Segundo a mineradora, os recursos serão destinados a melhorias operacionais, ajustes em equipamentos e processos de otimização contínua. A estratégia visa elevar a produção atual de 450 toneladas por mês para 1.000 toneladas mensais, atingindo a capacidade máxima projetada para a fase inicial do projeto. A South Star já dispõe de licenças para expandir a operação até 50 mil toneladas anuais de grafite em flocos naturais, essencial para setores como semicondutores e tecnologias de transição energética. O financiamento prevê contrapartida de US$ 2 milhões em capital próprio da companhia e terá prazo de três anos, com juros progressivos e carência inicial de 18 meses. De acordo com a empresa, a estrutura financeira baseada em marcos dará flexibilidade ao avanço do projeto e reforçará a posição da South Star como fornecedora estratégica de materiais essenciais. O movimento reflete uma tendência crescente: investimentos diretos em minerais críticos para garantir maior resiliência industrial e energética. Gostou? Curta , Comente , Compartilhe , Salve #mineração #grafite #supplychain #transiçãoenergética #commodities #investimentos #femto #femtomining Fonte: Yahoo Finance – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe da femto design.

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  • Gerdau alerta para risco de insustentabilidade do setor do aço no Brasil O presidente do conselho de administração da Gerdau, Andre Johannpeter, afirmou durante o Congresso Aço Brasil 2025 que a indústria siderúrgica nacional atravessa “o ano mais conturbado” de sua história recente. Conflitos geopolíticos, tarifas internacionais e o avanço das importações estão pressionando o setor, que opera com 35% de ociosidade — quase o dobro do considerado saudável. Segundo o executivo, a participação do aço importado no consumo brasileiro saltou de 10% para até 25% nos últimos anos, alcançando um terço das vendas internas. Ele destacou que esse volume já supera a produção de entregas da própria Gerdau. “Estamos em um ponto de quase insustentabilidade. Não dá para conviver com aço subsidiado e exportado com desconto, com forte apoio do governo chinês”, declarou. O dirigente alertou para o risco de desmobilização da cadeia produtiva nacional. O sistema de cotas-tarifa implementado pelo governo ajudou, mas não solucionou o problema. Atualmente, 25 produtos de aço importados da China são alvo da maior investigação antidumping já aberta no país. Além disso, a guerra comercial global pressiona as exportações brasileiras. Os Estados Unidos aplicaram tarifa de 50% sobre o aço, redirecionando excedentes para outros mercados, inclusive o Brasil. Para Johannpeter, o impacto vai além da produção. “O grande debate é sobre empregos. Onde eles ficarão: na Ásia ou no Brasil?”, questionou. Na sua opinião, quais medidas o Brasil deve priorizar para defender sua indústria do aço? Gostou? Curta , Comente , Compartilhe , Salve #Gerdau #Aço #Siderurgia #IndústriaBrasileira #ComércioExterior #DefesaComercial #femto #femtomining Fonte: Diário do comércio – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe da femto design.

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  • Lucro da Fortescue cai 41% com pressão nos preços do minério A Fortescue, quarta maior produtora mundial de minério de ferro, reportou queda de 41% no lucro líquido anual, reflexo direto da retração dos preços da commodity. No ano fiscal encerrado em junho, a mineradora australiana registrou US$ 3,37 bilhões, contra US$ 5,68 bilhões no exercício anterior — o menor resultado em seis anos. O valor ficou abaixo das expectativas de mercado, que projetavam US$ 3,49 bilhões. O conselho reduziu o dividendo final para 60 centavos de dólar australiano por ação, ante 89 centavos no ano passado. No total, o pagamento anual será de 1,10 dólar australiano por ação, equivalente a 65% do lucro subjacente, dentro da política de distribuir entre 50% e 80%. A retração decorre da queda de quase 20% no preço médio recebido pelo minério exportado, principalmente para siderúrgicas chinesas. O setor tem sido pressionado pela crise imobiliária da China, menor construção de residências e excesso de oferta global. Apesar do recuo nos preços, a empresa atingiu embarques recordes, com alta de 4%, e reduziu custos em 1%. O Ebitda subjacente caiu 26%, para US$ 7,94 bilhões, com margem reduzida de 59% para 51%. A Fortescue investiu US$ 3,93 bilhões no ano, incluindo US$ 312 milhões em seu braço de energia, mas revisou projetos de hidrogênio verde nos EUA e na Austrália. O presidente do conselho, Andrew Forrest, afirmou que a companhia seguirá comprometida com energia limpa, apesar dos ajustes de rota. O setor de mineração deve acelerar a diversificação energética ou manter foco em commodities tradicionais? Gostou? Curta , Comente , Compartilhe , Salve #Fortescue #Mineração #MinérioDeFerro #ResultadosFinanceiros #EnergiaLimpa #HidrogênioVerde #femto #femtomining Fonte: Dow Jones – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe da femto design.

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  • Importações de aço ameaçam novos investimentos da ArcelorMittal no Brasil Setor alerta para risco de ociosidade e perda de competitividade A ArcelorMittal, que deve concluir até 2026 um ciclo de R$ 25 bilhões em aportes no Brasil, vê a crescente presença de aço importado, sobretudo da China, como ameaça direta à sustentabilidade da indústria nacional. O presidente da companhia e CEO da ArcelorMittal Aços Planos América Latina, Jorge Oliveira, afirmou que os projetos já anunciados serão executados, mas que novos investimentos poderão ser adiados caso não haja maior proteção comercial. O avanço das importações repete a trajetória observada na Europa nas últimas décadas. Apenas neste ano, o volume importado atingiu 6,3 milhões de toneladas, crescimento de 200% em relação ao período pré-pandemia. No caso do aço chinês, a alta chega a 330%. Esse movimento já pressiona a capacidade instalada da indústria brasileira, que opera com 35% de ociosidade, quase o dobro do considerado saudável. Um dos projetos em risco é o investimento de R$ 3,8 bilhões a R$ 4 bilhões em galvanizados no Espírito Santo, anunciado em fevereiro. Segundo Oliveira, a execução segue dentro do prazo, mas poderá sofrer atrasos diante do cenário de importações em alta. Apesar disso, o executivo reforça que o Brasil, responsável por até 25% do resultado global da companhia e que emprega cerca de 20 mil pessoas, continua sendo estratégico. O governo federal já renovou cotas de importação até 2026 e abriu a maior investigação antidumping da história do setor, envolvendo 25 produtos de aço vindos da China. Para a empresa, as medidas são relevantes, mas insuficientes. A celeridade nas investigações e políticas de defesa comercial mais firmes são consideradas fundamentais para assegurar a continuidade dos investimentos. A questão central está lançada: o futuro da siderurgia brasileira dependerá da rapidez com que a política comercial responderá ao desafio das importações. Você acredita que o Brasil deve reforçar medidas de proteção comercial para garantir novos investimentos no setor de aço? Gostou? Curta , Comente , Compartilhe , Salve #Steel #Mineração #Economia #Indústria #ComércioExterior #Investimentos #Competitividade #femto #femtomining Fonte: Valor Econômico – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe da femto design.

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  • Hochschild Mining PLC apresenta resultados financeiros robustos em 2024 Desempenho operacional consistente e avanços estratégicos marcam o semestre A Hochschild Mining PLC divulgou os resultados do primeiro semestre de 2024 com números que reforçam a resiliência de suas operações e sua disciplina financeira. A companhia reportou receita de US$ 419,2 milhões, apoiada por uma produção de 155.000 onças equivalentes de ouro. O EBITDA ajustado alcançou US$ 120,7 milhões, refletindo margens sólidas diante da volatilidade dos preços dos metais. O fluxo de caixa operacional atingiu US$ 88 milhões, assegurando posição financeira estável e flexibilidade para investimentos futuros. Além disso, a empresa manteve guidance de produção entre 298.000 e 310.000 onças equivalentes de ouro para 2024, sinalizando confiança no desempenho das minas Inmaculada e Pallancata. Outro destaque do semestre foi o avanço nas metas de sustentabilidade. O relatório menciona progressos relevantes em iniciativas ambientais e sociais, reforçando o compromisso da companhia com práticas responsáveis no setor de mineração. Os resultados apontam para uma combinação de eficiência operacional, disciplina de capital e visão estratégica que posiciona a Hochschild Mining em rota de crescimento sustentável. A resiliência demonstrada em um cenário de mercado desafiador deixa claro que a integração entre gestão financeira rigorosa e responsabilidade socioambiental será determinante para a competitividade no setor de mineração. Você acredita que a solidez financeira é o fator mais importante para o futuro das mineradoras, ou a agenda de sustentabilidade terá peso ainda maior? Gostou? Curta , Comente , Compartilhe , Salve #Mining #FinancialResults #Gold #Silver #Sustainability #Investimentos #MercadoFinanceiro #femto #femtomining Fonte: Hochschild Mining – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe da femto design.

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  • Controle da CBA | Companhia Brasileira de Alumínio pode ser negociado junto ao projeto Rondon A CBA | Companhia Brasileira de Alumínio, controlada pela Votorantim, avalia alternativas estratégicas para o projeto Rondon, no Pará, considerado o maior empreendimento de bauxita em desenvolvimento no mundo. Segundo fontes ouvidas pelo Valor, o processo conduzido pelo banco Moelis pode incluir não apenas a entrada de um sócio estratégico, mas também a eventual venda do controle da companhia. Entre os potenciais interessados estão Minera Chinalco Perú S.A., Rio Tinto e Alcoa. A leitura do mercado é que um investimento de cerca de US$ 2,5 bilhões na mina de bauxita faria sentido apenas se acompanhado por ativos de produção local de alumina ou alumínio. Fontes indicam que a Rio Tinto teria interesse em assumir o controle da CBA. A Votorantim, que detém 68,6% da empresa, resiste à hipótese de venda, mas analistas apontam que há movimento de desinvestimento no grupo. Atualmente, a CBA vale R$ 2,1 bilhões em bolsa, contra avaliação de R$ 6,7 bilhões no IPO de 2021. O papel é negociado próximo ao menor nível histórico. Apesar da aposta global no alumínio como insumo da transição energética, a empresa enfrenta margens comprimidas, excesso de oferta e preços em queda no mercado internacional. Em 2025, os analistas projetam crescimento modesto da demanda, mas veem recuperação a partir de 2026 com a eletrificação em economias desenvolvidas. O que pesará mais no futuro da CBA: novos sócios estratégicos ou a retomada da demanda global por alumínio? Gostou? Curta , Comente , Compartilhe , Salve #CBA #Alumínio #Bauxita #ProjetoRondon #Votorantim #MercadoFinanceiro #Mineração #femto #femtomining Fonte: Valor Econômico – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe da femto design.

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  • Lipari Mining (LML:NEO) Lipari Mineração Ltda. obtém licença para mina subterrânea de diamantes na Bahia O INEMA - Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos concedeu licença para a Lipari Mining (LML:NEO) Lipari Mineração Ltda. implantar e operar a primeira mina subterrânea de diamantes do projeto Braúna, no município de Nordestina, região do Sisal. A autorização é válida por dois anos e contempla uma área de 15,5 hectares, incluindo a construção de uma rampa de acesso de 1.970 metros. A operação será realizada 200 metros abaixo da cava já lavrada a céu aberto, iniciada em 2016, atingindo uma profundidade final de 440 metros. O método adotado será o de “abatimento por subnível em recuo (Sublevel Retreat)”. A meta operacional é lavrar 840 mil toneladas de minério kimberlítico diamantífero por ano, conforme previsto na Portaria de Lavra nº 476/2015 e no processo ANM nº 870.908/1999. O projeto Braúna, iniciado em 2014, responde atualmente por cerca de 80% da produção nacional de diamantes. Desde a entrada em operação, as exportações brasileiras cresceram 4,6 vezes, segundo dados da empresa. Apesar do avanço, a operação a céu aberto é alvo de ação civil pública do Ministério Público Federal, que pede a suspensão das atividades, alegando impactos socioambientais e culturais em comunidades quilombolas da região. O processo inclui pedido de indenização de R$ 10 milhões e consulta prévia, livre e informada, conforme previsto em lei. A mina Braúna 3 é considerada a maior jazida de diamantes da América Latina e reforça o papel estratégico da Bahia na mineração do mineral. Você acredita que a mineração subterrânea é o futuro para reduzir impactos socioambientais? Gostou? Curta , Comente , Compartilhe , Salve #Mineração #Diamantes #Lipari #Bahia #Sustentabilidade #InfraestruturaMineral #femto #femtomining Fonte: Bahia Notícias – As informações disponibilizadas são de domínio público e não refletem a opinião ou posicionamento da equipe da femto design.

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