Jornal

O Crítico

Expediênte: Jesus Rio

Dado o
primeiro olhar ao mundo, este
ser recebe a responsabilidade de pensar...observar vagarosamente para que no
futuro seja agíl . A carga de con
heci
mentos que o torna inteligente, criativo e de
valores críticos. O
Crítico trás nesta edição, suportes para a prática da mente,
através dos primeiros filósofo gregos. Os exploradores da mente e absovidores dos conhecimentos.
Seu público alvo: aquele que se considera
um animal racional. Que pretende ser fílósofo
durante a sua vida.

“ Para ser fílósofo, basta estar vivo”
Reportagem e edição: Jesus Rios (O Crítico)
Tales

de Mileto

Sabe qual foi o primeiro filósofo grego?
Tales de Mileto (VI A.C). Considerava a
água a origem de tudo. É dela que partiu
toda existência singular e onde retorna. Em sua visão tudo era úmido, do
alimento a Terra que está sobre ela. Esta
não tem origem, mas cria e dá vida...

“Procure sempre uma ocupação; quando o tiver não pense em outra coisa
além de procurar fazê-lo bem feito”
Aristóteles

“discípulo de Platão” (384-322 A.C)

Para ele cada homem, cada livro, tomate é
cópia da ideia eterna de homem, livro, tomate. Estão presos e ligados entre si, por serem cópias de uma mesma realidade eterna.
Em cada um dos seres concretos existia uma
ideia universal, algo universal se realiza
em cada ser particular. Suas linhas de pensamentos foram adotadas também na Idade
Média.

“Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é
um modo de agir, mas um hábito”
Platão

“discípulo de Sócrates”

Junto com Aristóteles, contribuíram filosoficamente para a construção dos alicerces da civilização ocidental. O Cristianismo recebeu várias influências dos pensamentos platônicos ao início de
seu surgimento. Grande parte dos seus pensamentos foi voltada a Política. Segundo ele, só a classe
dos sábios podia governar “A política deve visar ao
bem público, geral, que vem a ser algo assim como a
média geral do bem e dos interesses parciais”. Foi a
Política que levo-o a Filosofia.

“A coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer
do seu próprio conhecimento”
Sócrates

“o detetive intelectual” (470-399 A.C)

Feio, rechonchudo e usava sempre a mesma túnica,
porém, sábio, lúcido ao ponto de pausar os gregos
com suas linhas de pensamentos. Fazer perguntas
analisando as respostas, até chegar a uma verdade
próxima ou a contradição (método de maiêutico
ou parto das ideias). O essencial era conhecer a si
mesmo. Foi condenado a morte, acusado de corromper a juventude e de ateísmo, por encaminhar
os jovens a discussões do melhor caminho para o
futuro individual e coletivo.

“Sob a direção de um forte general, não
haverá jamais soldados fracos”
Filosofia
É o homem buscar a racionalidade. A procura da verdade em si mesmo.
Processo de racionalização a partir dos conhecimentos empíricos, das
observações, transportando os fatos para um trabalho mental, construtivo, passando conhecimento comum para a abstração.

Projeto desenvolvido pela turma do 6ºsemestre de jornalismo para a diciplina de Editoração Eletrônica e Planejamento Gráfico II,
da Universidade de Franca-Unifran , sob orientaçao
do Profº. Fabrício Coelho: Expediente

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  • 1. Jornal O Crítico Expediênte: Jesus Rio Dado o primeiro olhar ao mundo, este ser recebe a responsabilidade de pensar...observar vagarosamente para que no futuro seja agíl . A carga de con heci mentos que o torna inteligente, criativo e de valores críticos. O Crítico trás nesta edição, suportes para a prática da mente, através dos primeiros filósofo gregos. Os exploradores da mente e absovidores dos conhecimentos. Seu público alvo: aquele que se considera um animal racional. Que pretende ser fílósofo durante a sua vida. “ Para ser fílósofo, basta estar vivo” Reportagem e edição: Jesus Rios (O Crítico)
  • 2. Tales de Mileto Sabe qual foi o primeiro filósofo grego? Tales de Mileto (VI A.C). Considerava a água a origem de tudo. É dela que partiu toda existência singular e onde retorna. Em sua visão tudo era úmido, do alimento a Terra que está sobre ela. Esta não tem origem, mas cria e dá vida... “Procure sempre uma ocupação; quando o tiver não pense em outra coisa além de procurar fazê-lo bem feito”
  • 3. Aristóteles “discípulo de Platão” (384-322 A.C) Para ele cada homem, cada livro, tomate é cópia da ideia eterna de homem, livro, tomate. Estão presos e ligados entre si, por serem cópias de uma mesma realidade eterna. Em cada um dos seres concretos existia uma ideia universal, algo universal se realiza em cada ser particular. Suas linhas de pensamentos foram adotadas também na Idade Média. “Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito”
  • 4. Platão “discípulo de Sócrates” Junto com Aristóteles, contribuíram filosoficamente para a construção dos alicerces da civilização ocidental. O Cristianismo recebeu várias influências dos pensamentos platônicos ao início de seu surgimento. Grande parte dos seus pensamentos foi voltada a Política. Segundo ele, só a classe dos sábios podia governar “A política deve visar ao bem público, geral, que vem a ser algo assim como a média geral do bem e dos interesses parciais”. Foi a Política que levo-o a Filosofia. “A coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento”
  • 5. Sócrates “o detetive intelectual” (470-399 A.C) Feio, rechonchudo e usava sempre a mesma túnica, porém, sábio, lúcido ao ponto de pausar os gregos com suas linhas de pensamentos. Fazer perguntas analisando as respostas, até chegar a uma verdade próxima ou a contradição (método de maiêutico ou parto das ideias). O essencial era conhecer a si mesmo. Foi condenado a morte, acusado de corromper a juventude e de ateísmo, por encaminhar os jovens a discussões do melhor caminho para o futuro individual e coletivo. “Sob a direção de um forte general, não haverá jamais soldados fracos”
  • 6. Filosofia É o homem buscar a racionalidade. A procura da verdade em si mesmo. Processo de racionalização a partir dos conhecimentos empíricos, das observações, transportando os fatos para um trabalho mental, construtivo, passando conhecimento comum para a abstração. Projeto desenvolvido pela turma do 6ºsemestre de jornalismo para a diciplina de Editoração Eletrônica e Planejamento Gráfico II, da Universidade de Franca-Unifran , sob orientaçao do Profº. Fabrício Coelho: Expediente