CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 
PÓLO DE JUAZEIRO (BA) 
ADMINISTRAÇÃO 
RAMON WILKER COSTA ALVES – RA 414828 
REGIANE SOARES DA SILVA – RA 432062 
LEANDRO SILVA DE JESUS – RA 426640 
TIAGO FERNANDO DOS SANTOS – RA 409265 
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA DE GESTÃO DO CONHECIMENTO 
PROFESSOR EAD: MAURICIO DIAS 
TUTOR DE ENSINO A DISTÂNCIA (EAD): FARNEI HENRIQUE 
JUAZEIRO – BA 
2013
SUMÁRIO 
1. Introdução............................................................................................. 01 
2. Definições..............................................................................................02 
3. Conceitos...............................................................................................04 
4. Aplicando na pratica..............................................................................07 
5. Definição de Cluster.........................................;.....................................10 
6. Desenvolvimento....................................................................................13 
7. Considerações Finais...............................................................................16 
8. Conclusão................................................................................................18 
9. Bibliografia..............................................................................................19
INTRODUÇÃO 
O trabalho em equipe é fundamental para que uma empresa cresça rapidamente, torna-se 
uma necessidade do homem de somar esforços para alcançar objetivos que sozinho 
não seriam alcançados ou seriam de forma mais trabalhosa ou inadequada. Portanto, 
trabalho em equipe pode ser entendido como uma estratégia concebida pelo homem, 
para melhorar a efetividade do trabalho e ter um resultado positivo. 
O conhecimento envolvido nas atividades organizacionais já tem sido abordado desde 
as primeiras teorias da administração, ao menos indiretamente, tanto pelas teorias da 
linha da administração dita “científica”, quanto pela linha das “relações humanas”. 
Mesmo antes da revolução industrial e do advento dos estudos da administração, a 
forma de produção artesanal nas oficinas que produziam sob encomenda já fazia intenso 
uso da aprendizagem pela prática, por meio da transferência de conhecimentos entre 
mestres e aprendizes. 
O atual nível de competitividade e exigência do mercado orienta as empresas na busca 
por elementos capazes de gerar vantagem competitiva que além do caráter sustentado, 
proporcionem condições ao sucesso da organização, a competitividade é cada vez 
maior, a concorrência é igualmente mais acirrado. Assim, fatores tradicionalmente 
assumidos como potenciais geradores de vantagens competitivas como, por exemplo, 
localização geográfica e mão de obra barata, fazem com que haja um sucesso maior nos 
negócios. 
Estamos diante de um cenário de rara complexidade, no mundo corporativo e na 
sociedade em geral. Fenômenos econômicos e sociais, de alcance mundial, são 
responsáveis pela reestruturação do ambiente de negócios. A globalização da economia, 
impulsionada pela tecnologia da informação e pelas comunicações, é uma realidade da 
qual não se pode escapar, sendo assim, a gestão de conhecimento se transforma em um 
valioso recurso estratégico para a vida das pessoas e das empresas.
DEFINIÇÕES 
O papel de gerar toda a riqueza e poder da sociedade atual deixou de ser exclusividade 
dos fatores tradicionais de produção, tais como capital terra e trabalho. Tal afirmação, 
por si só, já serviria para justificar o fato de muitas empresas terem um valor de 
mercado extremamente superior ao seu valor patrimonial. 
Isto ocorre devido ao fato de o valor de produtos e serviços dependerem cada vez mais 
do percentual de inovação, tecnologia e inteligência a eles incorporados. 
Estes fatores, por serem intangíveis, são de difícil gerenciamento e por tal motivo, a 
empresa que souber tratá-los de forma eficiente, estará sempre em posição de destaque 
no seu mercado de atuação. 
Um exemplo de GC em empresa é a empresa de Engenharia e Construção que 
necessitam desempenhar uma grande gama de atividades para continuarem competitivas 
no atual mercado, entre as quais se pode destacar a incorporação e desenvolvimento de 
negócios, gestão de contratos e administração e manutenção de projetos. Esta ampliação 
no seu escopo de atuação exige que estas empresas aperfeiçoem sua capacitação 
financeira e a gestão administrativa e executiva. 
O “KM”, como é conhecido, é considerado um sistema de gerenciamento corporativo. 
(Knowledge Management) refere-se à criação, identificação, integração, recuperação, 
compartilhamento e utilização do conhecimento dentro da empresa.Com a adoção do 
“KM”, um dos principais benefícios, além de outros, é o melhor aproveitamento do 
conhecimento já existente na empresa. É como se o próprio valor da empresa se 
tornasse maior a cada momento, em cada ação bem sucedida de pessoas comprometidas. 
Agregando valores as pessoas e à empresa. A Gestão do Conhecimento é um valioso 
recurso estratégico para a vida das pessoas e das empresas, que a médio e longo prazo 
colherá frutos. A agilidade e rapidez passam a ser característica das empresas que 
adotam o Knowledge Management. 
A Knowledge Management vem de encontro com o capital intelectual e a Tecnologia da 
Informação; sendo que precisamos reorganizar esses valores, que muitas vezes se 
encontram dispersos. 
Trata-se de uma mudança de comportamento para se agregar valores, o segredo está nas 
pessoas, nada mais é que criação de valor.
CONCEITOS 
A gestão do conhecimento tem se desenvolvido no ambiente das organizações 
empresariais e tem suas pesquisas e aplicações voltadas para a perspectiva do 
conhecimento organizacional. No entanto, existem outros contextos nos quais a gestão 
do conhecimento pode ser estudada, como, por exemplo, o contexto acadêmico, voltado 
para a perspectiva do conhecimento científico. Independentemente do contexto em que 
se inserem, os processos de comunicação constituem uma questão fundamental a ser 
levada em consideração em estudos sobre gestão do conhecimento. Esta pesquisa se 
propôs a investigar a relação, em nível conceitual, entre a gestão do conhecimento e os 
processos de comunicação científica, tendo em vista as peculiaridades do contexto e do 
conhecimento científico. Mais especificamente, referiu-se a uma proposta teórica de 
construção de um modelo conceitual de gestão do conhecimento científico no contexto 
acadêmico, tendo por base os processos de comunicação científica. 
A gestão permite que o capital intelectual de uma organização aumente de forma 
significativa, mediante a gestão de suas capacidades de resolução de problemas de 
forma eficiente, com o objetivo final de gerar vantagens competitivas sustentáveis no 
tempo. Sendo um processo sistemático de encontrar, relacionar, organizar, filtrar e 
apresentar a informação de maneira a melhorar a competência das equipes em áreas 
específicas. Isto é, procurar, selecionar, analisar e sintetizar criticamente ou de maneira 
inteligente e racional a grande quantidade de informação disponível, com o fim de que a 
empresa não tenha que estudar duas vezes um mesmo processo, e desta forma melhorar 
o rendimento organizacional e pessoal. 
É importante destacar uma das grandes características associadas ao conhecimento que 
é o fato de ele ser altamente reutilizável, isto é, quanto mais utilizado e difundido maior 
o seu valor, e ao contrário dos demais recursos materiais, o efeito depreciação funciona 
ao contrário, pois a depreciação ocorre exatamente quando o conhecimento não é 
utilizado. 
Na área de engenharia e construção, tal realidade tem se tornado um fator de 
sobrevivência das grandes corporações, pois as grandes mudanças sofridas por este setor 
nos últimos anos exigem um melhor e maior uso de toda a experiência e conhecimento 
adquiridos por cada uma delas ao longo de toda sua existência. É de entendimento 
comum, que apenas este fato permitirá o desenvolvimento de produtos e serviços com 
custos mais competitivos e qualidade superior. Atualmente, há grandes dúvidas sobre a
verdadeira eficácia da gestão do conhecimento nas empresas, talvez por ser considerada 
como um modismo, e ainda mais pela necessidade de mudanças organizacionais na 
empresa e falta de evidências que comprovem os ganhos significativos que são 
atribuídos a sua utilização. Isto fica ainda mais evidente, quando a gestão do 
conhecimento diz respeito a um ramo de atividade, como a construção, que 
tradicionalmente, não é considerada como inovadora, e sim resistente a grandes 
mudanças e presa a uma série de paradigmas técnicos e tecnológicos. Sabe-se que 
grande parte do conhecimento que uma organização necessita para se manter 
competitiva já está presente em seus processos e produtos, o que, no entanto, não 
significa dizer que eles estejam acessíveis. O desafio recai na criação de um ambiente 
propício para identificar, criar e disseminar o conhecimento, o que pode agregar valor à 
empresa e colocá-la no rumo de suas metas. Diante destas questões, o grande objetivo é 
estruturar uma metodologia que permita estimular a criação de um ambiente propício à 
captação de novos conhecimentos e reutilização daqueles já existentes. Tendo por 
objetivo alcançar, organizar, compartilhar e enriquecer o conhecimento relevante 
fundamentalmente focado no redesenho pessoal e organizacional, compartilhar e utilizar 
o conhecimento tácito e explicito existente num determinado espaço para dar resposta às 
necessidades dos indivíduos e das comunidades em seu desenvolvimento. Isto se 
centrou na necessidade de administrar o conhecimento organizacional e as 
aprendizagens organizacionais como mecanismos básicos para o fortalecimento de uma 
região ou espaço em relação com as visões de futuro que vão determinar seus planos 
estratégicos de desenvolvimento no médio e longo prazo. Além disso, persegue criar 
novo conhecimento para contar com visões criativas e transformadoras. Ela corresponde 
ao conjunto de atividades desenvolvidas para utilizar, compartilhar, desenvolver e 
administrar os conhecimentos que possui uma organização e os indivíduos que nesta 
trabalham de maneira de que estes sejam encaminhados para a melhor consecução dos 
objetivos. Tendo em vista as mudanças ocorridas, como a globalização da economia, o 
avanço tecnológico, o conhecimento tornou-se valioso. A Tecnologia da Informação é 
uma aliada, torna-se um meio e não um fim, para o sucesso de uma estratégia. Ao 
contrário do que acontecia antigamente, em que as empresas guardavam seus 
conhecimentos a sete chaves, com a Gestão do Conhecimento, toda informação deve ser 
transformada em conhecimento e distribuída a todos interessados. O segredo está em 
divulgá- lo em toda organização, e não mais detê-lo. O conhecimento passa a ser ativo 
da empresa, portanto motivar, recompensar e reter as pessoas que têm conhecimento é
um foco das empresas bem sucedidas. 
Constatado que a principal fonte de conhecimento já se encontra na própria empresa, 
faz-se necessário o seu gerenciamento. Não menosprezando esta fonte, existem outras 
fontes complementares, que devem ser reconhecidas, como por exemplo: fornecedores, 
Internet, consultorias, relatórios financeiros de concorrentes e universidades Cada vez 
mais, torna-se uma realidade no mundo dos negócios, pois o conhecimento numa 
empresa não a torna mais competitiva, e sim o seu gerenciamento que faz a diferença. 
Com a Gestão do Conhecimento temos a “venda” do projeto para todos os 
colaboradores; a importância do treinamento, a educação; todos participantes ativos ou 
receptivos serão beneficiados pela estratégia; a premiação, como forma de 
reconhecimento; e a comunicação clara, atingindo todos os níveis afetados. Uma 
questão bastante explícita diz respeito à utilização de tecnologia de informação como 
facilitadora no processo de gestão do conhecimento, mas não sendo essencial para tal. 
Há ainda um grande caminho a ser seguido para o tratamento de forma mais coesa de 
projetos similares nas empresas, este caminho passa de maneira direta pela cultura da 
organização, que deve não apenas estar disseminada a todos os seus colaboradores, mas 
também sendo considerada ao longo de todas as atividades desenvolvidas. Esta cultura 
voltada para a criação e disseminação do conhecimento para todos na corporação deve 
estar clara para todos na organização. A partir do momento que este intento seja 
atingido, o incentivo e a motivação serão conseqüências e a organização estará 
definitivamente voltada para utilização de seu conhecimento, bem como no de seus 
profissionais. 
Um meio obvio de favorecer o conhecimento é aplicando, nas denominações ou 
organizações empresariais, assim fazendo com que as empresas evoluam de uma forma 
bem sucedida com uma visão global. E com conhecimentos aprofundados a ponto de 
entrar no mercado não só para competir, mas sim para ficar, assim como fez a natura, 
que nem precisou usar da tecnologia. O conhecimento sobre determinado produto, e 
como ele deveria ser lançado no mercado foi o ênfase do crescimento desta empresa 
hoje tão bem sucedida no mercado. 
E é isso que consiste a criação do conhecimento, favorecer a empresa com algo novo, 
mas algo onde eu e minha equipe possamos desenvolver com facilidade, pois se não 
conhecemos não temos como lançar, e nem como colocar em pratica uma ideia 
desconhecida. Hoje a uma facilidade muito grande pra chegarmos ao conhecimento, 
pois a cada dia que passa grandes empresas de formação disponibiliza cursos a todo
instante para melhor desempenho dos colaboradores, que a partir deste ponto de vista as 
empresas ou organizações dêem apoio aos seus colaboradores com bolsas de incentivos, 
bancando uma parte parcial ou até mesmo integral, desses cursos que tem como objetivo 
capacitar os seus próprios colaboradores, assim melhorando a cada dia a cara da 
empresa com um atendimento personalizado e eficaz. 
É uma situação complexa, quando chega a esse ponto. Mas sabemos que conhecimento 
nem um podem ser retidos, o que resta é fortalecer os que ficaram instruindo-os com 
acompanhamento da tecnologia e o crescimento global, e não cometendo os mesmos 
erros cometidos ao colaborador que saiu da organização, pois o mesmo saiu por um 
motivo, e sendo que na maioria das vezes essa história pode ser revestida, de varias 
maneiras exemplo, um reajuste salarial, uma promoção, etc. 
Com Nonaka e takeuchi em (1997), a organização deve ser capaz de captar, transmitir e 
armazenar o novo conhecimento organizacional criado a partir da transformação do 
conhecimento tácito (pessoal e informal) em conhecimento explicito (formal e 
sistemático). Quatro modos de conversão do conhecimento podem ser identificados: 
socialização (de conhecimento tático para conhecimento tácito); externalizaçao (de 
conhecimento tácito para conhecimento explicito); combinação (de conhecimento 
explicito para conhecimento explicito) e a internalizaçao (de conhecimento explicito 
para conhecimento tácito). Esses são os quatro modos de conversão do conhecimento.
APLICANDO NA PRÁTICA 
O conhecimento se divide em explicito e tácito, o primeiro é o que encontramos nos 
manuais; e o segundo é passado de pessoa para pessoa: são as “manhas” do negócio, a 
experiência – e, infelizmente, muitas empresas desperdiçam este saber. 
O indivíduo pode combinar partes distintas do conhecimento explicito em um novo 
todo. Por exemplo, quando um auditor de uma empresa coleta informações de toda a 
organização e a junta em um relatório financeiro, esse relatório é um novo 
conhecimento no sentido de que sintetiza informações de muitas fontes diferentes. Mas 
essa combinação não amplia a base de conhecimentos já existente da empresa. Quando, 
no entanto, o conhecimento tácito e o explícito interagem. É precisamente esta troca 
entre o conhecimento tácito e o explícito que as empresas japonesas desenvolvem bem. 
A inovação é bastante variada, dependendo, principalmente, da sua aplicação. De forma 
sucinta, a “Inventta” (empresa) considera que inovação é a exploração com sucesso de 
novas ideias. E sucesso para as empresas, por exemplo, significa aumento de 
faturamento, acesso a novos mercados, aumento das margens de lucro, entre outros 
benefícios. Dentre as várias possibilidades de inovar, aquelas que se referem a 
inovações de produto ou de processo são conhecidas como inovações tecnológicas. 
Outros tipos de inovações podem se relacionar a novos mercados, novos modelos de 
negócio, novos processos e métodos organizacionais. Ou, até mesmo, novas fontes de 
suprimentos. 
A gestão é muito importante para as empresas, adequa as informações, faz com que a 
mesma seja estendida aos colaboradores e chegue a eles de forma correta, sem 
distorções, o que satisfaz o colaborador, que passa a conhecer processos, procedimentos 
e ações na organização em que trabalha. 
Foi efetuado um questionário com lideres de organizações para saber sua opinião 
relacionada à Gestão de Conhecimento. Com as seguintes perguntas: 
Os que eles entendem por Gestão do Conhecimento e como a aplicam no dia-a-dia das 
organizações em que atuam? 
Nossos entrevistados entendem que gestão é o ato de administrar a empresa, por 
exemplo, informações, soluções de problemas, viabilizando vantagem competitiva a 
organização, Tendo em vista a importância da gestão do conhecimento organizacional e 
das inúmeras variáveis que estão relacionadas com este processo.
Eles comentam que “O conhecimento pode ser considerado um dos melhores produtos 
para ser comercializado”. Pode ser vendido, gerando lucro e permanecendo com seu 
detentor. Um exemplo simples é o de um palestrante, que tem consigo uma grande carga 
de conhecimento. Ele “vende” para o seu público, mas ainda o mantém. Em alguns 
casos, pode até ganhar mais conhecimento em uma palestra, se considerarmos a 
possibilidade do palestrante aprender com as opiniões e críticas da sua audiência. 
Quem tem um diferencial a mais vai mais longe. E o conhecimento é, sem qualquer 
dúvida, o principal diferencial. “Afinal, é com ele que novas tecnologias e fórmulas 
positivas de trabalho surgem para a empresa.” 
Relatar, se possível, cinco condições que favorecem a Criação do Conhecimento na 
empresa. 
Condição 1: Intenção organizacional - Relacionada à estratégia corporativa. A empresa 
deve elevar o comprometimento dos funcionários, deve “querer” e “bancar” as 
condições que favoreçam o novo conhecimento. 
A Intenção Organizacional deve dar um sentido coletivo que promova maior 
comprometimento dos funcionários com a empresa. 
Condição 2: Autonomia - Relacionada à liberdade de criação e ação dos funcionários. 
Ao permitir que os funcionários atuem de forma autônoma, aumentam as possibilidades 
de motivação dos indivíduos, o compartilhamento de informações e a criação de novos 
conhecimentos. 
Condição 3: Flutuação e Caos Criativo - Criar um processo contínuo de questionamento 
favorecendo assim o pensamento novo e a criação do conhecimento organizacional. 
Duvidar de “verdades indiscutíveis”, mergulhar na ambiguidade e procurar “ordem a 
partir do ruído”. 
Condição 4: Redundância - O objetivo da Redundância é facilitar a criação do conceito. 
Informações intencionalmente “em excesso” facilitam a expressão de imagens baseadas 
no conhecimento tácito. Na esfera da organização, a Redundância permite que os 
indivíduos invadam o limite funcional de outros, pois ela amplia os canais de 
comunicação. 
Condição 5: Variedade - A condição Variedade está ligada à necessidade de flexibilizar 
a rigidez da estrutura das organizações. Todos na organização precisam ter assegurado o 
acesso rápido à ampla variedade de informações necessárias percorrendo o mínimo de 
passos.
Quais são as barreiras do Conhecimento? 
De acordo com nossos entrevistados há quatro principais barreiras de conhecimento que 
são: primeira – Ambiguidade causal. Nesse caso, não sabemos com total segurança o 
que está gerando um desempenho excepcional e como essas forças iriam interagir entre 
si em outra unidade. 
Segunda – Conhecimento não comprovado. Ao tentar transferir uma prática 
recentemente desenvolvida, não se confia que esse conhecimento seja eficaz em uma 
nova situação. 
Terceira- Falta de capacidade de retenção. As pessoas não utilizam suficientemente o 
conhecimento transferido a ponto de incorporá-lo no modo de fazer seu trabalho. 
Quarta - Aridez. A empresa não dispõe de sistemas e estruturas para capacitar as 
pessoas a reconhecer e agarrar oportunidades de alavancar o conhecimento existente. 
Descreva o Ambiente “Ba” das organizações. 
A Contato que recorre a agentes internos, através de grupos que são espécies de divisões 
transcendentes. O grupo é responsável por criar o clima necessário para que os 
conhecimentos dispersos se concentrem e se cristalizem em novos produtos e negócios. 
A estratégia destes grupos passa por intensificar a velocidade e a agilidade, mudar a 
forma de pensar eliminando algumas das fronteiras mentais dos indivíduos e conseguir 
uma entrada oportuna em mercados emergentes. A Sharp, por exemplo, acumula 
conhecimento a partir da sua base de clientes e depois as equipas de projeto 
desenvolvem propostas para criar novos conceitos e melhorar a rapidez de 
desenvolvimento de produtos. A empresa criou o conceito de "projetos urgentes" que 
são considerados estratégicos por envolverem ou terem impactos sobre toda a empresa. 
Desse modo, os projetos são desenvolvidos fora do esquema tradicional da estrutura 
hierárquica.
DEFINIÇÕES DE CLUSTER 
Também chamado de Clustering (quando visto em um contexto mais abrangente), 
Cluster é o nome dado a um sistema montado com mais de um computador, cujo 
objetivo é fazer com que todo o processamento da aplicação seja distribuído aos 
computadores, mas de forma que pareça com que eles sejam um computador só. Com 
isso, é possível realizar processamentos que até então somente computadores de alto 
desempenho seriam capazes de fazer. Os avanços atuais na tecnologia da informação 
digital e nos transportes tornaram possível acumular, comprimir e analisar um grande 
volume de dados ou informações e transmiti-los rapidamente para quase todo o mundo. 
Tanto a distancia física quanto as fronteiras nacionais perdem virtualmente seu 
significado à medida que a economia sem fronteiras percorre o globo. Sob essas 
circunstancias, as corporações multinacionais devem ser capazes de capitalizar sobre 
seu alcance global para acessar recursos e conhecimento de qualquer parte do mundo. 
As tecnologias de Cluster possibilitam a solução de diversos problemas que envolvem 
grande volume de processamento. As aplicações que um cluster pode ter são diversas, 
indo desde a simples melhora no desempenho de um determinado sistema ou a 
hospedagem de um site como o InfoWester, até o processo de pesquisas científicas 
complexas. O que realmente chama a atenção, é que todo o processamento pode ser 
feito de maneira que pareça ser um único computador dotado de alta capacidade. Assim, 
é possível que determinadas aplicações sejam implementadas em cluster, mas sem 
interferir no funcionamento de outras aplicações que estejam relacionadas. 
Exemplos de Clusters 
Os clusters podem ser usados para uma infinidade de aplicações. Basicamente, para 
qualquer uma que exija processamento pesado. Como exemplos de aplicações, temos 
previsão meteorológica (previsão do tempo e condições climáticas), simulações 
geotérmicas (ou seja, simulação de eventos no solo), renderização de efeitos especiais 
(muito usado em filmes), simulações financeiras, distribuição de carga, etc. 
Basicamente, qualquer tipo de aplicação crítica, ou seja, aplicações que não podem 
parar de funcionar ou não podem perder dados (como os sistemas de bancos, por 
exemplo), podem utilizar as tecnologias de cluster, desde que devidamente configurados 
para não serem sujeitas a falhas graves. Assim, o cluster deve contar com nobreaks ou 
geradores que garantam o funcionamento do sistema mesmo nos casos de queda de
energia, além de meios de manutenção e detecção de falhas eficientes, como já citados. 
A - Como é feita a Gestão do Conhecimento? 
Antes de qualquer coisa é preciso refletir um pouco sobre as mudanças que a 
globalização está trazendo para todos os negócios. A Gestão do Conhecimento contribui 
para gerenciar a empresa, e que tem várias práticas fáceis de serem implementadas, em 
qualquer um dos setores: indústria, comércio, serviços ou agronegócios. São práticas 
que dão muito resultado e qualquer pessoa pode fazer. Embora a grande importância da 
aprendizagem e do conhecimento em nossas vidas e empresas, muitas pessoas e 
organizações ainda não sabem como lidar com estes recursos adequadamente. 
Considerando que a GC pode ser aplicada nas mais diversas esferas sociais, incluindo 
empresas privadas de qualquer porte, instituições de ensino e órgãos governamentais e 
que o conhecimento é o que faz a diferença em qualquer setor ou negócio, devemos 
rapidamente desenvolver habilidades novas que nos permitam lidar de modo otimizado 
com o conhecimento nestas instituições. 
B - Há o incentivo para a Gestão do Conhecimento na empresa? 
Há, hoje temos varias fontes de pesquisas como SEBRAE e outros que nos ajudam nas 
informações para uma boa gestão, através de treinamentos seminários cursos focados na 
elaboração de projetos para pequenas e medias empresas. 
Aplicação da gestão e suas barreiras. 
O conhecimento é o maior bem de uma organização e gerenciar este conhecimento é se 
conhecer de verdade. Em linhas gerais, a Gestão do Conhecimento representa um 
conjunto de práticas organizacionais cujo foco é possibilitar um ambiente colaborativo 
dos saberes individuais e coletivos para um bem comum. Ela contribui para que as 
experiências individuais e coletivas ganhem um papel fundamental na tomada de 
decisão estratégica nas organizações, pois se tratam, na maioria das vezes, de 
experiências empíricas sobre processos vivenciados pelos participantes, sendo assim, 
essas informações tem um cunho mais relevante. Porém, essas informações devem ter 
um tratamento especial, uma filtragem. E é nesta hora que as práticas de Gestão do 
Conhecimento são utilizadas. 
Há barreiras nas gestões, o que acontece é que, em muitos casos, as organizações 
querem resolver todos os problemas de uma só vez e sem planejamento. Porém, fatores 
tais como impacto cultural, aversão à tecnologia e resistência à mudança devem ser
levados em conta em qualquer projeto e não seria diferente em nosso caso. Então, a 
organização deve ter uma postura cartesiana e dividir e problema em partes pequenas, a 
fim de resolver o todo ao final. 
O segredo é diminuir o impacto cultural e sempre mostrar os benefícios que a Gestão do 
Conhecimento traz. Para a organização, os benefícios são mais claros. Porem é muito 
importante mostrar que com o processo de compartilhamento de conhecimento, os 
funcionários poderão se aprimorar, com aprendizado contínuo e com a troca de 
experiência com os demais participantes, agilidade em tomada de decisões, segurança 
nos processos, divisão justa de trabalho e atribuição de responsabilidades be m 
definidas. 
Trabalho em Equipe, Criação do Conhecimento, Concorrência Global e Importância da 
Gestão do Conhecimento.
DESENVOLVIMENTO 
Hoje, mais do que nunca o trabalho em equipe tem sido incentivado em praticamente 
todas as áreas da atividade humana. Tem-se destacado várias vantagens no trabalho em 
equipe, apesar destes reconhecimentos, constatamos, muitas dificuldades em realiza o 
trabalho em equipe. Em parte, isso se deve às diferentes percepções do que seja uma 
equipe de trabalho. Os indivíduos têm diversas necessidades, com diferentes forças. 
Sabemos que necessitamos de alimento, de abrigo, pagar nossas contas, de segurança no 
emprego, etc., mas também de nos relacionar com os outros e de sermos aceitos por 
eles. Sem isso nosso trabalho se torna enfadonho e sem graça. Muitas pessoas, que 
atuam em diversas organizações, estão trabalhando em grupo e não em equipe, como se 
estivessem em uma linha de produção, onde o trabalho é individual e cada um se 
preocupa em realizar apenas sua tarefa e pronto. No trabalho em equipe, cada membro 
sabe o que os outros estão fazendo e sua importância para o sucesso da tarefa. Eles têm 
objetivos comuns e desenvolvem metas coletivas que tendem a ir além daquilo que foi 
determinado. É fundamental Ter bom relacionamento com os colegas, saber ouvir, 
opinar e discutir idéias, são características de quem possui esse talento de trabalhar em 
equipe. Quem está no mercado de trabalho já há algum tempo sabe que, ainda que 
surjam conflitos, duas cabeças pensam melhor do que uma. Mas quem nunca pensou 
que preferia trabalhar sozinho porque centralizando o trabalho em si "a coisa andaria 
melhor"? Há uma explicação para esse receio em relação ao trabalho em equipe. Desde 
os tempos da escola, quando o professor mandava a turma se dividir em grupos para 
executar uma tarefa, os alunos aprendiam como é difícil lidar com idéias distintas e, 
muitas vezes, com a falta de comprometimento dos colegas. Da escola para frente, uma 
sucessão de experiências ruins relacionadas ao tema trabalho em equipe é que podem 
causar restrições ao coletivo. Mesmo os seminários durante a faculdade e até o trabalho 
de conclusão de curso da graduação. O individualismo, por sua vez, está com os dias 
contados no atual mercado de trabalho. 
O conhecimento é formado por informação que pode ser expressa, verbalizada, e é 
relativamente estável ou estática e que envolve experiência, contexto, interpretação e 
reflexão. Trabalhar com o conhecimento de forma coesa e integrada aos processos de 
negócios da empresa deve compreender um conjunto de diretrizes e recomendações 
básicas, fortemente inter-relacionadas e válidas para qualquer abordagem de GC, Essas
diretrizes e recomendações básicas influenciam diretamente a riqueza do mercado de 
conhecimentos de uma empresa, que pode ser avaliado por abordagens que buscam 
mensurar estrategicamente a aprendizagem e o conhecimento. A mensuração estratégica 
da aprendizagem e do conhecimento em uma empresa está diretamente relacionada à 
disseminação e incorporação das já citadas diretrizes e recomendações básicas pela 
empresa, particularmente em suas áreas e departamentos funcionais. Orientado pela 
visão coesa e integrada dos processos de negócios, nota-se cada vez mais um 
alargamento ou flexibilização das atividades das áreas e departamentos funcionais da 
empresa, para assim contribuir com a GC e a aprendizagem organizacional nos 
processos de negócio em que estão envolvidas. 
A concorrência global torna-se mais concorrente uma empresa, assim tendo que ter 
ideias, estratégias para a competitividade. Dizem que se antes a riqueza e o poder eram 
domínio do capital, da terra e do trabalho, atualmente a realidade é outra, e ressalta-se 
que mais de 55% da riqueza mundialmente produzida é resultante do conhecimento e de 
produtos e bens intangíveis, como patentes, royalties, softwares e serviços de 
consultoria. A globalização está fazendo com que as empresas, sem as proteções oficiais 
das reservas de mercado, tenham que se ajustar à Nova Economia. Precisam adequar 
seus custos e aumentar a produtividade para serem competitivas. Por isso, muitas 
empresas já estão pensando em seus funcionários operacionais, administrativos e 
administradores, não mais como simples “Recursos Humanos”, mas sim, como “Capital 
Humano”. Esse novo enfoque enfatiza que as pessoas são parte crucial de uma empresa 
e como tal, têm necessidade de serem desenvolvidas, gerenciadas e tratadas com o 
mesmo respeito distinguido a todos os outros capitais. as mudanças ocorrem com 
extrema rapidez e as pessoas apesar de não acompanharem essas mudanças com a 
mesma velocidade, têm que se amoldar às novas situações, necessitando de atenção para 
reduzirem ou eliminarem essa diferença e conseguirem atingir os objetivos 
empresariais. 
A Gestão do Conhecimento tornou-se um termo bastante comum no mundo empresarial 
nos últimos tempos. o conhecimento gera 55% da riqueza mundial. De acordo com 
Peter Drucker, conhecido como “o pai da Gestão moderna”, “os grandes ganhos de 
produtividade, daqui para frente, advirão das melhorias na gestão do conhecimento”. 
Considerando, por exemplo, um gerente de produção com 20 anos de experiência de 
mercado, com diversas capacitações e cursos de especialização e que trabalha numa
indústria de calçados. Ele adquiriu, com este trabalho, muitas experiências, através de 
erros, acertos, teste de novas ideias e novos produtos. Caso essa indústria não utilizasse 
práticas de gestão de conhecimento e este gerente decidisse se aposentar, a empresa 
perderia muitos anos de conhecimento, e o substituto, provavelmente, sem 
conhecimentos tácitos, deverá cometer os mesmo erros para chegar ao mesmo nível do 
primeiro gerente de produção. Promove uma visão integrada, o gerenciamento e 
compartilhamento de todo o ativo de informação possuído pela organização. Esta 
informação pode situar-se em bancos de dados, documentos, processos, bem como em 
pessoas, através de suas experiências e habilidades. Ela é necessária para organização 
do capital intelectual, permitindo acessibilidade a grandes quantidades de informações 
corporativas, identificação e mapeamento de ativos de conhecimento além das melhores 
práticas, apoio para a geração de novos conhecimentos, organização de dados, e evitar 
cometer erros repetidos e manutenção da memória organizacional. 
Não é de hoje que o conhecimento desempenha papel fundamental na história. Sua 
aquisição e aplicação sempre representaram estímulo para as conquistas de inúmeras 
civilizações. No entanto, apenas "saber muito" sobre alguma coisa não proporciona, por 
si só, maior poder de competição para uma organização. É quando aliado a sua gestão 
que ele faz diferença. A criação e a implantação de processos que gerem, armazenem, 
gerenciem e disseminem o conhecimento representam o mais novo desafio a ser 
enfrentado pelas empresas. 
Existem dois tipos de conhecimento: o explícito e o tácito. O primeiro é o que 
encontramos nos manuais; e o segundo é passado de pessoa para pessoa: são as 
“manhas” do negócio, a experiênc ia – e, infelizmente, muitas empresas desperdiçam 
este saber.
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Então o trabalho de equipe é bem mais vantajoso, pois quando mais de uma pessoal se 
empenha em um só objetivo tem-se um resultado bem mais agradável. É como o próprio 
ditado popular: “Duas cabeças pensam mais que uma”, e é a mais pura verdade, o 
resultante final é sempre melhor. Hoje se você quiser sobreviver no mercado de trabalho 
terá de aprender a lidar e trabalhar com os outros. O dia-a-dia do grupo que quer se 
tornar uma equipe deve ser orientado por quatro princípios básicos: união, disciplina, 
trabalho e profissionalismo. Sem isso, não há como obter sucesso. Claro que estabelecer 
uma relação de confiança num ambiente competitivo em que pessoas disputam espaço, 
visibilidade e, sobretudo, reconhecimento, impede muitos profissionais de olharem o 
outro como parceiro. Para ele, é inevitável que dois ou três candidatos se sobressaiam 
num time, mas isso não deve ser encarado como negativo pelos demais porque, quando 
o trabalho é bem feito, todos são diretamente beneficiados e dentro deste processo, cada 
um tem o seu valor. As pessoas precisam parar de achar que bom é aquele que concorda 
comigo. Quem tem uma opinião contrária e consistente deve ser ouvido com atenção, 
não encarado como inimigo. Muitas vezes, uma crítica construtiva poderia ter salvado 
um projeto que não deu certo. 
A vantagem do conhecimento é sustentável porque gera retornos crescentes e dianteiros 
continuados. Ao contrário dos ativos materiais, que diminuem à medida que são usados, 
os ativos do conhecimento aumentam com o uso: idéias geram novas idéias e o 
conhecimento compartilhado permanece com o doador ao mesmo tempo em que 
enriquece o recebedor. Em uma economia em que a única certeza é a incerteza, a fonte 
clara de competitividade duradoura é o conhecimento. a criação do conhecimento na 
empresa tem tanto a ver com ideais como com idéias. E esse fato fomenta a inovação. A 
essência da inovação e recriar o mundo de acordo com uma determinada visão ou ideal. 
Criar novo conhecimento significa quase literalmente recriar a empresa e todos dentro 
dela em um processo continuo de auto renovação pessoal e organizacional. 
Com a concorrência global nos dias de hoje, ainda encontramos empresas fortalecendo 
sua área de Marketing, concedendo verbas exorbitantes para o lançamento e divulgação 
de seus produtos, preocupadas apenas com a concorrência e seu faturamento, deixando 
o principal objetivo mundial, "ENCANTAR O CLIENTE". Então a concorrência faz 
com que as empresas invistam mais em seus produtos e serviços, quase que forçando
uma empresa que queira ter sucesso a investi, ter idéias, estratégias, Para tanto haver um 
crescimento gradativo. 
A Gestão do Conhecimento está ligada à capacidade das empresas em utilizarem e 
combinarem as várias fontes e tipos de conhecimento organizacional para 
desenvolverem competências específicas e capacidade inovadora, que se traduzem, 
permanentemente, em novos produtos, processos, sistemas gerenciais e liderança de 
mercado. A GC pode-se substitui pelo termo gerencia, pois ela faz a função como tal, 
com capacidade de criar, identificar, integrar, capturar e compartilhar o conhecimento 
existente em qualquer tipo de organização, através da utilização de metodologias e 
tecnologias específicas. Ela parte da premissa de que todo o conhecimento existente na 
empresa, na cabeça das pessoas, nas veias dos processos e no coração dos 
departamentos, pertence também à organização. Em contrapartida, todos os 
colaboradores que contribuem para esse sistema podem usufruir de todo o 
conhecimento presente na organização.
CONCLUSÃO 
A Gestão de conhecimento tem uma aplicação importante até os dias de hoje. Apesar de 
essa prática reportar à épocas remotas, na atualidade sua importância é crescente, 
principalmente no ambiente corporativo. 
Se perguntarmos em um auditório repleto de empreendedores se a importância do 
conhecimento na gestão de sua empresa é alta provavelmente a maioria das respostas 
será positiva. No entanto, se questionarmos mais a fundo sobre quais os mecanismos 
utilizados para que o conhecimento tenha real valor no dia a dia da gestão da empresa 
poucos saberão responder. Este é um cenário preocupante diante de um mercado cada 
vez mais competitivo e dinâmico. 
Ha GC caracteriza-se por um processo contínuo, feito no “dia-a-dia” e “para sempre”: a 
gestão do conhecimento se inicia, mas não tem prazo certo para terminar. Na realidade 
não terminará nunca mais. Entretanto, é comum das organizações se enganarem em seus 
projetos de GC ao vê-los como um planejamento com começo, meio e fim, além de 
precipitar-se em relação aos mesmos na elaboração e implantação: “... em muitos casos 
tenho percebido que várias empresas se engajam neste processo com uma estratégia de 
"varejo". Quero dizer com isto que como querem abraçar o mundo, acabam não 
conseguindo ter foco...”
BIBLIOGRAFIA 
http://www.artigonal.com/administracao-artigos/a- importancia-da-gestao-do-conhecimento- 
nas-empresas-538412.html 
http://www.pucrs.br/feng/civil/professores/giugliani/Gestao_Artigo_03_Eliane_Leite_G 
C_em_Empresas_Brasileiras.pdf 
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/gestao-do-conhecimento-nas-organizacoes/ 
10853/ 
chttp://gestaodoconhecimento.net/portal-do-conhecimento/

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  • 1. CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA PÓLO DE JUAZEIRO (BA) ADMINISTRAÇÃO RAMON WILKER COSTA ALVES – RA 414828 REGIANE SOARES DA SILVA – RA 432062 LEANDRO SILVA DE JESUS – RA 426640 TIAGO FERNANDO DOS SANTOS – RA 409265 ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA DE GESTÃO DO CONHECIMENTO PROFESSOR EAD: MAURICIO DIAS TUTOR DE ENSINO A DISTÂNCIA (EAD): FARNEI HENRIQUE JUAZEIRO – BA 2013
  • 2. SUMÁRIO 1. Introdução............................................................................................. 01 2. Definições..............................................................................................02 3. Conceitos...............................................................................................04 4. Aplicando na pratica..............................................................................07 5. Definição de Cluster.........................................;.....................................10 6. Desenvolvimento....................................................................................13 7. Considerações Finais...............................................................................16 8. Conclusão................................................................................................18 9. Bibliografia..............................................................................................19
  • 3. INTRODUÇÃO O trabalho em equipe é fundamental para que uma empresa cresça rapidamente, torna-se uma necessidade do homem de somar esforços para alcançar objetivos que sozinho não seriam alcançados ou seriam de forma mais trabalhosa ou inadequada. Portanto, trabalho em equipe pode ser entendido como uma estratégia concebida pelo homem, para melhorar a efetividade do trabalho e ter um resultado positivo. O conhecimento envolvido nas atividades organizacionais já tem sido abordado desde as primeiras teorias da administração, ao menos indiretamente, tanto pelas teorias da linha da administração dita “científica”, quanto pela linha das “relações humanas”. Mesmo antes da revolução industrial e do advento dos estudos da administração, a forma de produção artesanal nas oficinas que produziam sob encomenda já fazia intenso uso da aprendizagem pela prática, por meio da transferência de conhecimentos entre mestres e aprendizes. O atual nível de competitividade e exigência do mercado orienta as empresas na busca por elementos capazes de gerar vantagem competitiva que além do caráter sustentado, proporcionem condições ao sucesso da organização, a competitividade é cada vez maior, a concorrência é igualmente mais acirrado. Assim, fatores tradicionalmente assumidos como potenciais geradores de vantagens competitivas como, por exemplo, localização geográfica e mão de obra barata, fazem com que haja um sucesso maior nos negócios. Estamos diante de um cenário de rara complexidade, no mundo corporativo e na sociedade em geral. Fenômenos econômicos e sociais, de alcance mundial, são responsáveis pela reestruturação do ambiente de negócios. A globalização da economia, impulsionada pela tecnologia da informação e pelas comunicações, é uma realidade da qual não se pode escapar, sendo assim, a gestão de conhecimento se transforma em um valioso recurso estratégico para a vida das pessoas e das empresas.
  • 4. DEFINIÇÕES O papel de gerar toda a riqueza e poder da sociedade atual deixou de ser exclusividade dos fatores tradicionais de produção, tais como capital terra e trabalho. Tal afirmação, por si só, já serviria para justificar o fato de muitas empresas terem um valor de mercado extremamente superior ao seu valor patrimonial. Isto ocorre devido ao fato de o valor de produtos e serviços dependerem cada vez mais do percentual de inovação, tecnologia e inteligência a eles incorporados. Estes fatores, por serem intangíveis, são de difícil gerenciamento e por tal motivo, a empresa que souber tratá-los de forma eficiente, estará sempre em posição de destaque no seu mercado de atuação. Um exemplo de GC em empresa é a empresa de Engenharia e Construção que necessitam desempenhar uma grande gama de atividades para continuarem competitivas no atual mercado, entre as quais se pode destacar a incorporação e desenvolvimento de negócios, gestão de contratos e administração e manutenção de projetos. Esta ampliação no seu escopo de atuação exige que estas empresas aperfeiçoem sua capacitação financeira e a gestão administrativa e executiva. O “KM”, como é conhecido, é considerado um sistema de gerenciamento corporativo. (Knowledge Management) refere-se à criação, identificação, integração, recuperação, compartilhamento e utilização do conhecimento dentro da empresa.Com a adoção do “KM”, um dos principais benefícios, além de outros, é o melhor aproveitamento do conhecimento já existente na empresa. É como se o próprio valor da empresa se tornasse maior a cada momento, em cada ação bem sucedida de pessoas comprometidas. Agregando valores as pessoas e à empresa. A Gestão do Conhecimento é um valioso recurso estratégico para a vida das pessoas e das empresas, que a médio e longo prazo colherá frutos. A agilidade e rapidez passam a ser característica das empresas que adotam o Knowledge Management. A Knowledge Management vem de encontro com o capital intelectual e a Tecnologia da Informação; sendo que precisamos reorganizar esses valores, que muitas vezes se encontram dispersos. Trata-se de uma mudança de comportamento para se agregar valores, o segredo está nas pessoas, nada mais é que criação de valor.
  • 5. CONCEITOS A gestão do conhecimento tem se desenvolvido no ambiente das organizações empresariais e tem suas pesquisas e aplicações voltadas para a perspectiva do conhecimento organizacional. No entanto, existem outros contextos nos quais a gestão do conhecimento pode ser estudada, como, por exemplo, o contexto acadêmico, voltado para a perspectiva do conhecimento científico. Independentemente do contexto em que se inserem, os processos de comunicação constituem uma questão fundamental a ser levada em consideração em estudos sobre gestão do conhecimento. Esta pesquisa se propôs a investigar a relação, em nível conceitual, entre a gestão do conhecimento e os processos de comunicação científica, tendo em vista as peculiaridades do contexto e do conhecimento científico. Mais especificamente, referiu-se a uma proposta teórica de construção de um modelo conceitual de gestão do conhecimento científico no contexto acadêmico, tendo por base os processos de comunicação científica. A gestão permite que o capital intelectual de uma organização aumente de forma significativa, mediante a gestão de suas capacidades de resolução de problemas de forma eficiente, com o objetivo final de gerar vantagens competitivas sustentáveis no tempo. Sendo um processo sistemático de encontrar, relacionar, organizar, filtrar e apresentar a informação de maneira a melhorar a competência das equipes em áreas específicas. Isto é, procurar, selecionar, analisar e sintetizar criticamente ou de maneira inteligente e racional a grande quantidade de informação disponível, com o fim de que a empresa não tenha que estudar duas vezes um mesmo processo, e desta forma melhorar o rendimento organizacional e pessoal. É importante destacar uma das grandes características associadas ao conhecimento que é o fato de ele ser altamente reutilizável, isto é, quanto mais utilizado e difundido maior o seu valor, e ao contrário dos demais recursos materiais, o efeito depreciação funciona ao contrário, pois a depreciação ocorre exatamente quando o conhecimento não é utilizado. Na área de engenharia e construção, tal realidade tem se tornado um fator de sobrevivência das grandes corporações, pois as grandes mudanças sofridas por este setor nos últimos anos exigem um melhor e maior uso de toda a experiência e conhecimento adquiridos por cada uma delas ao longo de toda sua existência. É de entendimento comum, que apenas este fato permitirá o desenvolvimento de produtos e serviços com custos mais competitivos e qualidade superior. Atualmente, há grandes dúvidas sobre a
  • 6. verdadeira eficácia da gestão do conhecimento nas empresas, talvez por ser considerada como um modismo, e ainda mais pela necessidade de mudanças organizacionais na empresa e falta de evidências que comprovem os ganhos significativos que são atribuídos a sua utilização. Isto fica ainda mais evidente, quando a gestão do conhecimento diz respeito a um ramo de atividade, como a construção, que tradicionalmente, não é considerada como inovadora, e sim resistente a grandes mudanças e presa a uma série de paradigmas técnicos e tecnológicos. Sabe-se que grande parte do conhecimento que uma organização necessita para se manter competitiva já está presente em seus processos e produtos, o que, no entanto, não significa dizer que eles estejam acessíveis. O desafio recai na criação de um ambiente propício para identificar, criar e disseminar o conhecimento, o que pode agregar valor à empresa e colocá-la no rumo de suas metas. Diante destas questões, o grande objetivo é estruturar uma metodologia que permita estimular a criação de um ambiente propício à captação de novos conhecimentos e reutilização daqueles já existentes. Tendo por objetivo alcançar, organizar, compartilhar e enriquecer o conhecimento relevante fundamentalmente focado no redesenho pessoal e organizacional, compartilhar e utilizar o conhecimento tácito e explicito existente num determinado espaço para dar resposta às necessidades dos indivíduos e das comunidades em seu desenvolvimento. Isto se centrou na necessidade de administrar o conhecimento organizacional e as aprendizagens organizacionais como mecanismos básicos para o fortalecimento de uma região ou espaço em relação com as visões de futuro que vão determinar seus planos estratégicos de desenvolvimento no médio e longo prazo. Além disso, persegue criar novo conhecimento para contar com visões criativas e transformadoras. Ela corresponde ao conjunto de atividades desenvolvidas para utilizar, compartilhar, desenvolver e administrar os conhecimentos que possui uma organização e os indivíduos que nesta trabalham de maneira de que estes sejam encaminhados para a melhor consecução dos objetivos. Tendo em vista as mudanças ocorridas, como a globalização da economia, o avanço tecnológico, o conhecimento tornou-se valioso. A Tecnologia da Informação é uma aliada, torna-se um meio e não um fim, para o sucesso de uma estratégia. Ao contrário do que acontecia antigamente, em que as empresas guardavam seus conhecimentos a sete chaves, com a Gestão do Conhecimento, toda informação deve ser transformada em conhecimento e distribuída a todos interessados. O segredo está em divulgá- lo em toda organização, e não mais detê-lo. O conhecimento passa a ser ativo da empresa, portanto motivar, recompensar e reter as pessoas que têm conhecimento é
  • 7. um foco das empresas bem sucedidas. Constatado que a principal fonte de conhecimento já se encontra na própria empresa, faz-se necessário o seu gerenciamento. Não menosprezando esta fonte, existem outras fontes complementares, que devem ser reconhecidas, como por exemplo: fornecedores, Internet, consultorias, relatórios financeiros de concorrentes e universidades Cada vez mais, torna-se uma realidade no mundo dos negócios, pois o conhecimento numa empresa não a torna mais competitiva, e sim o seu gerenciamento que faz a diferença. Com a Gestão do Conhecimento temos a “venda” do projeto para todos os colaboradores; a importância do treinamento, a educação; todos participantes ativos ou receptivos serão beneficiados pela estratégia; a premiação, como forma de reconhecimento; e a comunicação clara, atingindo todos os níveis afetados. Uma questão bastante explícita diz respeito à utilização de tecnologia de informação como facilitadora no processo de gestão do conhecimento, mas não sendo essencial para tal. Há ainda um grande caminho a ser seguido para o tratamento de forma mais coesa de projetos similares nas empresas, este caminho passa de maneira direta pela cultura da organização, que deve não apenas estar disseminada a todos os seus colaboradores, mas também sendo considerada ao longo de todas as atividades desenvolvidas. Esta cultura voltada para a criação e disseminação do conhecimento para todos na corporação deve estar clara para todos na organização. A partir do momento que este intento seja atingido, o incentivo e a motivação serão conseqüências e a organização estará definitivamente voltada para utilização de seu conhecimento, bem como no de seus profissionais. Um meio obvio de favorecer o conhecimento é aplicando, nas denominações ou organizações empresariais, assim fazendo com que as empresas evoluam de uma forma bem sucedida com uma visão global. E com conhecimentos aprofundados a ponto de entrar no mercado não só para competir, mas sim para ficar, assim como fez a natura, que nem precisou usar da tecnologia. O conhecimento sobre determinado produto, e como ele deveria ser lançado no mercado foi o ênfase do crescimento desta empresa hoje tão bem sucedida no mercado. E é isso que consiste a criação do conhecimento, favorecer a empresa com algo novo, mas algo onde eu e minha equipe possamos desenvolver com facilidade, pois se não conhecemos não temos como lançar, e nem como colocar em pratica uma ideia desconhecida. Hoje a uma facilidade muito grande pra chegarmos ao conhecimento, pois a cada dia que passa grandes empresas de formação disponibiliza cursos a todo
  • 8. instante para melhor desempenho dos colaboradores, que a partir deste ponto de vista as empresas ou organizações dêem apoio aos seus colaboradores com bolsas de incentivos, bancando uma parte parcial ou até mesmo integral, desses cursos que tem como objetivo capacitar os seus próprios colaboradores, assim melhorando a cada dia a cara da empresa com um atendimento personalizado e eficaz. É uma situação complexa, quando chega a esse ponto. Mas sabemos que conhecimento nem um podem ser retidos, o que resta é fortalecer os que ficaram instruindo-os com acompanhamento da tecnologia e o crescimento global, e não cometendo os mesmos erros cometidos ao colaborador que saiu da organização, pois o mesmo saiu por um motivo, e sendo que na maioria das vezes essa história pode ser revestida, de varias maneiras exemplo, um reajuste salarial, uma promoção, etc. Com Nonaka e takeuchi em (1997), a organização deve ser capaz de captar, transmitir e armazenar o novo conhecimento organizacional criado a partir da transformação do conhecimento tácito (pessoal e informal) em conhecimento explicito (formal e sistemático). Quatro modos de conversão do conhecimento podem ser identificados: socialização (de conhecimento tático para conhecimento tácito); externalizaçao (de conhecimento tácito para conhecimento explicito); combinação (de conhecimento explicito para conhecimento explicito) e a internalizaçao (de conhecimento explicito para conhecimento tácito). Esses são os quatro modos de conversão do conhecimento.
  • 9. APLICANDO NA PRÁTICA O conhecimento se divide em explicito e tácito, o primeiro é o que encontramos nos manuais; e o segundo é passado de pessoa para pessoa: são as “manhas” do negócio, a experiência – e, infelizmente, muitas empresas desperdiçam este saber. O indivíduo pode combinar partes distintas do conhecimento explicito em um novo todo. Por exemplo, quando um auditor de uma empresa coleta informações de toda a organização e a junta em um relatório financeiro, esse relatório é um novo conhecimento no sentido de que sintetiza informações de muitas fontes diferentes. Mas essa combinação não amplia a base de conhecimentos já existente da empresa. Quando, no entanto, o conhecimento tácito e o explícito interagem. É precisamente esta troca entre o conhecimento tácito e o explícito que as empresas japonesas desenvolvem bem. A inovação é bastante variada, dependendo, principalmente, da sua aplicação. De forma sucinta, a “Inventta” (empresa) considera que inovação é a exploração com sucesso de novas ideias. E sucesso para as empresas, por exemplo, significa aumento de faturamento, acesso a novos mercados, aumento das margens de lucro, entre outros benefícios. Dentre as várias possibilidades de inovar, aquelas que se referem a inovações de produto ou de processo são conhecidas como inovações tecnológicas. Outros tipos de inovações podem se relacionar a novos mercados, novos modelos de negócio, novos processos e métodos organizacionais. Ou, até mesmo, novas fontes de suprimentos. A gestão é muito importante para as empresas, adequa as informações, faz com que a mesma seja estendida aos colaboradores e chegue a eles de forma correta, sem distorções, o que satisfaz o colaborador, que passa a conhecer processos, procedimentos e ações na organização em que trabalha. Foi efetuado um questionário com lideres de organizações para saber sua opinião relacionada à Gestão de Conhecimento. Com as seguintes perguntas: Os que eles entendem por Gestão do Conhecimento e como a aplicam no dia-a-dia das organizações em que atuam? Nossos entrevistados entendem que gestão é o ato de administrar a empresa, por exemplo, informações, soluções de problemas, viabilizando vantagem competitiva a organização, Tendo em vista a importância da gestão do conhecimento organizacional e das inúmeras variáveis que estão relacionadas com este processo.
  • 10. Eles comentam que “O conhecimento pode ser considerado um dos melhores produtos para ser comercializado”. Pode ser vendido, gerando lucro e permanecendo com seu detentor. Um exemplo simples é o de um palestrante, que tem consigo uma grande carga de conhecimento. Ele “vende” para o seu público, mas ainda o mantém. Em alguns casos, pode até ganhar mais conhecimento em uma palestra, se considerarmos a possibilidade do palestrante aprender com as opiniões e críticas da sua audiência. Quem tem um diferencial a mais vai mais longe. E o conhecimento é, sem qualquer dúvida, o principal diferencial. “Afinal, é com ele que novas tecnologias e fórmulas positivas de trabalho surgem para a empresa.” Relatar, se possível, cinco condições que favorecem a Criação do Conhecimento na empresa. Condição 1: Intenção organizacional - Relacionada à estratégia corporativa. A empresa deve elevar o comprometimento dos funcionários, deve “querer” e “bancar” as condições que favoreçam o novo conhecimento. A Intenção Organizacional deve dar um sentido coletivo que promova maior comprometimento dos funcionários com a empresa. Condição 2: Autonomia - Relacionada à liberdade de criação e ação dos funcionários. Ao permitir que os funcionários atuem de forma autônoma, aumentam as possibilidades de motivação dos indivíduos, o compartilhamento de informações e a criação de novos conhecimentos. Condição 3: Flutuação e Caos Criativo - Criar um processo contínuo de questionamento favorecendo assim o pensamento novo e a criação do conhecimento organizacional. Duvidar de “verdades indiscutíveis”, mergulhar na ambiguidade e procurar “ordem a partir do ruído”. Condição 4: Redundância - O objetivo da Redundância é facilitar a criação do conceito. Informações intencionalmente “em excesso” facilitam a expressão de imagens baseadas no conhecimento tácito. Na esfera da organização, a Redundância permite que os indivíduos invadam o limite funcional de outros, pois ela amplia os canais de comunicação. Condição 5: Variedade - A condição Variedade está ligada à necessidade de flexibilizar a rigidez da estrutura das organizações. Todos na organização precisam ter assegurado o acesso rápido à ampla variedade de informações necessárias percorrendo o mínimo de passos.
  • 11. Quais são as barreiras do Conhecimento? De acordo com nossos entrevistados há quatro principais barreiras de conhecimento que são: primeira – Ambiguidade causal. Nesse caso, não sabemos com total segurança o que está gerando um desempenho excepcional e como essas forças iriam interagir entre si em outra unidade. Segunda – Conhecimento não comprovado. Ao tentar transferir uma prática recentemente desenvolvida, não se confia que esse conhecimento seja eficaz em uma nova situação. Terceira- Falta de capacidade de retenção. As pessoas não utilizam suficientemente o conhecimento transferido a ponto de incorporá-lo no modo de fazer seu trabalho. Quarta - Aridez. A empresa não dispõe de sistemas e estruturas para capacitar as pessoas a reconhecer e agarrar oportunidades de alavancar o conhecimento existente. Descreva o Ambiente “Ba” das organizações. A Contato que recorre a agentes internos, através de grupos que são espécies de divisões transcendentes. O grupo é responsável por criar o clima necessário para que os conhecimentos dispersos se concentrem e se cristalizem em novos produtos e negócios. A estratégia destes grupos passa por intensificar a velocidade e a agilidade, mudar a forma de pensar eliminando algumas das fronteiras mentais dos indivíduos e conseguir uma entrada oportuna em mercados emergentes. A Sharp, por exemplo, acumula conhecimento a partir da sua base de clientes e depois as equipas de projeto desenvolvem propostas para criar novos conceitos e melhorar a rapidez de desenvolvimento de produtos. A empresa criou o conceito de "projetos urgentes" que são considerados estratégicos por envolverem ou terem impactos sobre toda a empresa. Desse modo, os projetos são desenvolvidos fora do esquema tradicional da estrutura hierárquica.
  • 12. DEFINIÇÕES DE CLUSTER Também chamado de Clustering (quando visto em um contexto mais abrangente), Cluster é o nome dado a um sistema montado com mais de um computador, cujo objetivo é fazer com que todo o processamento da aplicação seja distribuído aos computadores, mas de forma que pareça com que eles sejam um computador só. Com isso, é possível realizar processamentos que até então somente computadores de alto desempenho seriam capazes de fazer. Os avanços atuais na tecnologia da informação digital e nos transportes tornaram possível acumular, comprimir e analisar um grande volume de dados ou informações e transmiti-los rapidamente para quase todo o mundo. Tanto a distancia física quanto as fronteiras nacionais perdem virtualmente seu significado à medida que a economia sem fronteiras percorre o globo. Sob essas circunstancias, as corporações multinacionais devem ser capazes de capitalizar sobre seu alcance global para acessar recursos e conhecimento de qualquer parte do mundo. As tecnologias de Cluster possibilitam a solução de diversos problemas que envolvem grande volume de processamento. As aplicações que um cluster pode ter são diversas, indo desde a simples melhora no desempenho de um determinado sistema ou a hospedagem de um site como o InfoWester, até o processo de pesquisas científicas complexas. O que realmente chama a atenção, é que todo o processamento pode ser feito de maneira que pareça ser um único computador dotado de alta capacidade. Assim, é possível que determinadas aplicações sejam implementadas em cluster, mas sem interferir no funcionamento de outras aplicações que estejam relacionadas. Exemplos de Clusters Os clusters podem ser usados para uma infinidade de aplicações. Basicamente, para qualquer uma que exija processamento pesado. Como exemplos de aplicações, temos previsão meteorológica (previsão do tempo e condições climáticas), simulações geotérmicas (ou seja, simulação de eventos no solo), renderização de efeitos especiais (muito usado em filmes), simulações financeiras, distribuição de carga, etc. Basicamente, qualquer tipo de aplicação crítica, ou seja, aplicações que não podem parar de funcionar ou não podem perder dados (como os sistemas de bancos, por exemplo), podem utilizar as tecnologias de cluster, desde que devidamente configurados para não serem sujeitas a falhas graves. Assim, o cluster deve contar com nobreaks ou geradores que garantam o funcionamento do sistema mesmo nos casos de queda de
  • 13. energia, além de meios de manutenção e detecção de falhas eficientes, como já citados. A - Como é feita a Gestão do Conhecimento? Antes de qualquer coisa é preciso refletir um pouco sobre as mudanças que a globalização está trazendo para todos os negócios. A Gestão do Conhecimento contribui para gerenciar a empresa, e que tem várias práticas fáceis de serem implementadas, em qualquer um dos setores: indústria, comércio, serviços ou agronegócios. São práticas que dão muito resultado e qualquer pessoa pode fazer. Embora a grande importância da aprendizagem e do conhecimento em nossas vidas e empresas, muitas pessoas e organizações ainda não sabem como lidar com estes recursos adequadamente. Considerando que a GC pode ser aplicada nas mais diversas esferas sociais, incluindo empresas privadas de qualquer porte, instituições de ensino e órgãos governamentais e que o conhecimento é o que faz a diferença em qualquer setor ou negócio, devemos rapidamente desenvolver habilidades novas que nos permitam lidar de modo otimizado com o conhecimento nestas instituições. B - Há o incentivo para a Gestão do Conhecimento na empresa? Há, hoje temos varias fontes de pesquisas como SEBRAE e outros que nos ajudam nas informações para uma boa gestão, através de treinamentos seminários cursos focados na elaboração de projetos para pequenas e medias empresas. Aplicação da gestão e suas barreiras. O conhecimento é o maior bem de uma organização e gerenciar este conhecimento é se conhecer de verdade. Em linhas gerais, a Gestão do Conhecimento representa um conjunto de práticas organizacionais cujo foco é possibilitar um ambiente colaborativo dos saberes individuais e coletivos para um bem comum. Ela contribui para que as experiências individuais e coletivas ganhem um papel fundamental na tomada de decisão estratégica nas organizações, pois se tratam, na maioria das vezes, de experiências empíricas sobre processos vivenciados pelos participantes, sendo assim, essas informações tem um cunho mais relevante. Porém, essas informações devem ter um tratamento especial, uma filtragem. E é nesta hora que as práticas de Gestão do Conhecimento são utilizadas. Há barreiras nas gestões, o que acontece é que, em muitos casos, as organizações querem resolver todos os problemas de uma só vez e sem planejamento. Porém, fatores tais como impacto cultural, aversão à tecnologia e resistência à mudança devem ser
  • 14. levados em conta em qualquer projeto e não seria diferente em nosso caso. Então, a organização deve ter uma postura cartesiana e dividir e problema em partes pequenas, a fim de resolver o todo ao final. O segredo é diminuir o impacto cultural e sempre mostrar os benefícios que a Gestão do Conhecimento traz. Para a organização, os benefícios são mais claros. Porem é muito importante mostrar que com o processo de compartilhamento de conhecimento, os funcionários poderão se aprimorar, com aprendizado contínuo e com a troca de experiência com os demais participantes, agilidade em tomada de decisões, segurança nos processos, divisão justa de trabalho e atribuição de responsabilidades be m definidas. Trabalho em Equipe, Criação do Conhecimento, Concorrência Global e Importância da Gestão do Conhecimento.
  • 15. DESENVOLVIMENTO Hoje, mais do que nunca o trabalho em equipe tem sido incentivado em praticamente todas as áreas da atividade humana. Tem-se destacado várias vantagens no trabalho em equipe, apesar destes reconhecimentos, constatamos, muitas dificuldades em realiza o trabalho em equipe. Em parte, isso se deve às diferentes percepções do que seja uma equipe de trabalho. Os indivíduos têm diversas necessidades, com diferentes forças. Sabemos que necessitamos de alimento, de abrigo, pagar nossas contas, de segurança no emprego, etc., mas também de nos relacionar com os outros e de sermos aceitos por eles. Sem isso nosso trabalho se torna enfadonho e sem graça. Muitas pessoas, que atuam em diversas organizações, estão trabalhando em grupo e não em equipe, como se estivessem em uma linha de produção, onde o trabalho é individual e cada um se preocupa em realizar apenas sua tarefa e pronto. No trabalho em equipe, cada membro sabe o que os outros estão fazendo e sua importância para o sucesso da tarefa. Eles têm objetivos comuns e desenvolvem metas coletivas que tendem a ir além daquilo que foi determinado. É fundamental Ter bom relacionamento com os colegas, saber ouvir, opinar e discutir idéias, são características de quem possui esse talento de trabalhar em equipe. Quem está no mercado de trabalho já há algum tempo sabe que, ainda que surjam conflitos, duas cabeças pensam melhor do que uma. Mas quem nunca pensou que preferia trabalhar sozinho porque centralizando o trabalho em si "a coisa andaria melhor"? Há uma explicação para esse receio em relação ao trabalho em equipe. Desde os tempos da escola, quando o professor mandava a turma se dividir em grupos para executar uma tarefa, os alunos aprendiam como é difícil lidar com idéias distintas e, muitas vezes, com a falta de comprometimento dos colegas. Da escola para frente, uma sucessão de experiências ruins relacionadas ao tema trabalho em equipe é que podem causar restrições ao coletivo. Mesmo os seminários durante a faculdade e até o trabalho de conclusão de curso da graduação. O individualismo, por sua vez, está com os dias contados no atual mercado de trabalho. O conhecimento é formado por informação que pode ser expressa, verbalizada, e é relativamente estável ou estática e que envolve experiência, contexto, interpretação e reflexão. Trabalhar com o conhecimento de forma coesa e integrada aos processos de negócios da empresa deve compreender um conjunto de diretrizes e recomendações básicas, fortemente inter-relacionadas e válidas para qualquer abordagem de GC, Essas
  • 16. diretrizes e recomendações básicas influenciam diretamente a riqueza do mercado de conhecimentos de uma empresa, que pode ser avaliado por abordagens que buscam mensurar estrategicamente a aprendizagem e o conhecimento. A mensuração estratégica da aprendizagem e do conhecimento em uma empresa está diretamente relacionada à disseminação e incorporação das já citadas diretrizes e recomendações básicas pela empresa, particularmente em suas áreas e departamentos funcionais. Orientado pela visão coesa e integrada dos processos de negócios, nota-se cada vez mais um alargamento ou flexibilização das atividades das áreas e departamentos funcionais da empresa, para assim contribuir com a GC e a aprendizagem organizacional nos processos de negócio em que estão envolvidas. A concorrência global torna-se mais concorrente uma empresa, assim tendo que ter ideias, estratégias para a competitividade. Dizem que se antes a riqueza e o poder eram domínio do capital, da terra e do trabalho, atualmente a realidade é outra, e ressalta-se que mais de 55% da riqueza mundialmente produzida é resultante do conhecimento e de produtos e bens intangíveis, como patentes, royalties, softwares e serviços de consultoria. A globalização está fazendo com que as empresas, sem as proteções oficiais das reservas de mercado, tenham que se ajustar à Nova Economia. Precisam adequar seus custos e aumentar a produtividade para serem competitivas. Por isso, muitas empresas já estão pensando em seus funcionários operacionais, administrativos e administradores, não mais como simples “Recursos Humanos”, mas sim, como “Capital Humano”. Esse novo enfoque enfatiza que as pessoas são parte crucial de uma empresa e como tal, têm necessidade de serem desenvolvidas, gerenciadas e tratadas com o mesmo respeito distinguido a todos os outros capitais. as mudanças ocorrem com extrema rapidez e as pessoas apesar de não acompanharem essas mudanças com a mesma velocidade, têm que se amoldar às novas situações, necessitando de atenção para reduzirem ou eliminarem essa diferença e conseguirem atingir os objetivos empresariais. A Gestão do Conhecimento tornou-se um termo bastante comum no mundo empresarial nos últimos tempos. o conhecimento gera 55% da riqueza mundial. De acordo com Peter Drucker, conhecido como “o pai da Gestão moderna”, “os grandes ganhos de produtividade, daqui para frente, advirão das melhorias na gestão do conhecimento”. Considerando, por exemplo, um gerente de produção com 20 anos de experiência de mercado, com diversas capacitações e cursos de especialização e que trabalha numa
  • 17. indústria de calçados. Ele adquiriu, com este trabalho, muitas experiências, através de erros, acertos, teste de novas ideias e novos produtos. Caso essa indústria não utilizasse práticas de gestão de conhecimento e este gerente decidisse se aposentar, a empresa perderia muitos anos de conhecimento, e o substituto, provavelmente, sem conhecimentos tácitos, deverá cometer os mesmo erros para chegar ao mesmo nível do primeiro gerente de produção. Promove uma visão integrada, o gerenciamento e compartilhamento de todo o ativo de informação possuído pela organização. Esta informação pode situar-se em bancos de dados, documentos, processos, bem como em pessoas, através de suas experiências e habilidades. Ela é necessária para organização do capital intelectual, permitindo acessibilidade a grandes quantidades de informações corporativas, identificação e mapeamento de ativos de conhecimento além das melhores práticas, apoio para a geração de novos conhecimentos, organização de dados, e evitar cometer erros repetidos e manutenção da memória organizacional. Não é de hoje que o conhecimento desempenha papel fundamental na história. Sua aquisição e aplicação sempre representaram estímulo para as conquistas de inúmeras civilizações. No entanto, apenas "saber muito" sobre alguma coisa não proporciona, por si só, maior poder de competição para uma organização. É quando aliado a sua gestão que ele faz diferença. A criação e a implantação de processos que gerem, armazenem, gerenciem e disseminem o conhecimento representam o mais novo desafio a ser enfrentado pelas empresas. Existem dois tipos de conhecimento: o explícito e o tácito. O primeiro é o que encontramos nos manuais; e o segundo é passado de pessoa para pessoa: são as “manhas” do negócio, a experiênc ia – e, infelizmente, muitas empresas desperdiçam este saber.
  • 18. CONSIDERAÇÕES FINAIS Então o trabalho de equipe é bem mais vantajoso, pois quando mais de uma pessoal se empenha em um só objetivo tem-se um resultado bem mais agradável. É como o próprio ditado popular: “Duas cabeças pensam mais que uma”, e é a mais pura verdade, o resultante final é sempre melhor. Hoje se você quiser sobreviver no mercado de trabalho terá de aprender a lidar e trabalhar com os outros. O dia-a-dia do grupo que quer se tornar uma equipe deve ser orientado por quatro princípios básicos: união, disciplina, trabalho e profissionalismo. Sem isso, não há como obter sucesso. Claro que estabelecer uma relação de confiança num ambiente competitivo em que pessoas disputam espaço, visibilidade e, sobretudo, reconhecimento, impede muitos profissionais de olharem o outro como parceiro. Para ele, é inevitável que dois ou três candidatos se sobressaiam num time, mas isso não deve ser encarado como negativo pelos demais porque, quando o trabalho é bem feito, todos são diretamente beneficiados e dentro deste processo, cada um tem o seu valor. As pessoas precisam parar de achar que bom é aquele que concorda comigo. Quem tem uma opinião contrária e consistente deve ser ouvido com atenção, não encarado como inimigo. Muitas vezes, uma crítica construtiva poderia ter salvado um projeto que não deu certo. A vantagem do conhecimento é sustentável porque gera retornos crescentes e dianteiros continuados. Ao contrário dos ativos materiais, que diminuem à medida que são usados, os ativos do conhecimento aumentam com o uso: idéias geram novas idéias e o conhecimento compartilhado permanece com o doador ao mesmo tempo em que enriquece o recebedor. Em uma economia em que a única certeza é a incerteza, a fonte clara de competitividade duradoura é o conhecimento. a criação do conhecimento na empresa tem tanto a ver com ideais como com idéias. E esse fato fomenta a inovação. A essência da inovação e recriar o mundo de acordo com uma determinada visão ou ideal. Criar novo conhecimento significa quase literalmente recriar a empresa e todos dentro dela em um processo continuo de auto renovação pessoal e organizacional. Com a concorrência global nos dias de hoje, ainda encontramos empresas fortalecendo sua área de Marketing, concedendo verbas exorbitantes para o lançamento e divulgação de seus produtos, preocupadas apenas com a concorrência e seu faturamento, deixando o principal objetivo mundial, "ENCANTAR O CLIENTE". Então a concorrência faz com que as empresas invistam mais em seus produtos e serviços, quase que forçando
  • 19. uma empresa que queira ter sucesso a investi, ter idéias, estratégias, Para tanto haver um crescimento gradativo. A Gestão do Conhecimento está ligada à capacidade das empresas em utilizarem e combinarem as várias fontes e tipos de conhecimento organizacional para desenvolverem competências específicas e capacidade inovadora, que se traduzem, permanentemente, em novos produtos, processos, sistemas gerenciais e liderança de mercado. A GC pode-se substitui pelo termo gerencia, pois ela faz a função como tal, com capacidade de criar, identificar, integrar, capturar e compartilhar o conhecimento existente em qualquer tipo de organização, através da utilização de metodologias e tecnologias específicas. Ela parte da premissa de que todo o conhecimento existente na empresa, na cabeça das pessoas, nas veias dos processos e no coração dos departamentos, pertence também à organização. Em contrapartida, todos os colaboradores que contribuem para esse sistema podem usufruir de todo o conhecimento presente na organização.
  • 20. CONCLUSÃO A Gestão de conhecimento tem uma aplicação importante até os dias de hoje. Apesar de essa prática reportar à épocas remotas, na atualidade sua importância é crescente, principalmente no ambiente corporativo. Se perguntarmos em um auditório repleto de empreendedores se a importância do conhecimento na gestão de sua empresa é alta provavelmente a maioria das respostas será positiva. No entanto, se questionarmos mais a fundo sobre quais os mecanismos utilizados para que o conhecimento tenha real valor no dia a dia da gestão da empresa poucos saberão responder. Este é um cenário preocupante diante de um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico. Ha GC caracteriza-se por um processo contínuo, feito no “dia-a-dia” e “para sempre”: a gestão do conhecimento se inicia, mas não tem prazo certo para terminar. Na realidade não terminará nunca mais. Entretanto, é comum das organizações se enganarem em seus projetos de GC ao vê-los como um planejamento com começo, meio e fim, além de precipitar-se em relação aos mesmos na elaboração e implantação: “... em muitos casos tenho percebido que várias empresas se engajam neste processo com uma estratégia de "varejo". Quero dizer com isto que como querem abraçar o mundo, acabam não conseguindo ter foco...”
  • 21. BIBLIOGRAFIA http://www.artigonal.com/administracao-artigos/a- importancia-da-gestao-do-conhecimento- nas-empresas-538412.html http://www.pucrs.br/feng/civil/professores/giugliani/Gestao_Artigo_03_Eliane_Leite_G C_em_Empresas_Brasileiras.pdf http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/gestao-do-conhecimento-nas-organizacoes/ 10853/ chttp://gestaodoconhecimento.net/portal-do-conhecimento/