2. Desenvolvimento pelas
margens do Rio Nilo
Nordeste do continente
africano
Ao norte, o Mar Mediterrâneo
À leste, o Mar Vermelho
À Oeste, o deserto da Líbia
Google Slides Limites Geográficos “A Dádiva do Nilo”
LOCALIZAÇÃO DO EGITO ANTIGO
4. Lideranças políticas com
poder administrativo
Organização em nomos
(províncias)
Construção de obras
fluviais (canais, diques e
reservatórios)
Aproveitamento da água
Crescimento agrícola
influenciou no
desenvolvimento do
comércio
Processo de sedentarização Crescimento das tribos
Ao longo do vale do Nilo
Comunidades agrícolas
Organizadas em clãs
ligados por parentesco
Surgimento dos nomarcas
PERÍODO PRÉ-DINÁSTICO (4.000 a.C. –
3.200 a.C.)
6. Monarcas do Egito Antigo
Ser divino
Monarquia Teocrática
(poder politico e religioso)
Alto Egito (ao sul)
Baixo Egito (ao norte)
Unificação política pelo rei
Menés (3.200 a.C.)
Foi o primeiro Faraó
+ de 30 dinastias
Religiosidade Surgimento dos reinos
Culto aos antepassados
Faraó
PERÍODO PRÉ-DINÁSTICO (4.000 a.C. –
3.200 a.C.)
7. PERÍODO PRÉ-DINÁSTICO (4.000 a.C. –
3.200 a.C.)
A que atribuir, então, a unificação do Egito? Existem muitas teorias a
respeito, difíceis de avaliar em virtude da escassez de dados e fontes.
Muitas das tentativas contemporâneas de explicação (L. Krader, B.
Trigger, R. Carneiro) enfatizam fatores ligados à guerra, à conquista,
ao militarismo. Seja como for, tudo indica que o processo de formação
do Egito como reino centralizado dependeu de numerosos fatores –
demográficos, ecológicos, políticos etc. -, entre os quais a irrigação, pelo
menos indiretamente, foi elemento de peso.
CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
8. Restituição do poder faraônico
Política de expansionismo militar
e territorial
Reforma religiosa do faraó
Amenófis IV (1.375 a.C. – 1.360
a.C.): culto monoteísta à Áton
“disco solar”
Ikhanatón “servidor de Áton”
Conflito com os sacerdotes de
Tebas
Tutankamon (1352 a.C. – 1344
a.C.) retomou o politeísmo
Redução da carga tributária
Ampliação das redes
comerciais
Sesostris II começa o
processo de conquista da
Núbia
Invasão dos hicsos (povos
da Turquia)
Dominação estrangeira
Antigo Império
(3.200 a.C. – 2.300 a.C.)
Médio Império
(2.100 a.C. – 1.750 a.C.)
Tínis (primeira sede governamental)
Mênfis (a partir de 2.800 a.C.)
Período de relativa paz
Construção das pirâmides da IV
dinastia: faraós Quéops, Quéfren e
Miquerinos
Auxílio dos vizires
Revoltas sociais enfraqueceram o
faraó (2.300 a.C. – 2.100 a.C.)
Em 2.100 a.C. inicia-se a restauração
do poder faraônico
Novo Império
(1.580 a.C. – 525 a.C.)
PERÍODO DINÁSTICO
(3.200 a.C. – 525 a.C.)
9. Redução da carga tributária
Ampliação das redes comerciais
Sesostris II começa o processo de
conquista da Núbia
Invasão dos hicsos (povos da
Turquia)
Dominação estrangeira
Antigo Império
(3.200 a.C. – 2.300 a.C.)
Médio Império
(2.100 a.C. – 1.750 a.C.)
Tínis (primeira sede governamental)
Mênfis (a partir de 2.800 a.C.)
Período de relativa paz
Construção das pirâmides da IV
dinastia: faraós Quéops, Quéfren e
Miquerinos
Auxílio dos vizires
Revoltas sociais enfraqueceram o
faraó (2.300 a.C. – 2.100 a.C.)
Novo Império
(1.580 a.C. – 525 a.C.)
PERÍODO DINÁSTICO
(3.200 a.C. – 525 a.C.)
A Grande Esfinge e uma das pirâmides de Gizé, localizados no Cairo, Egito
10. Redução da carga tributária
Ampliação das redes comerciais
Sesostris II começa o processo de
conquista da Núbia
Invasão dos hicsos (povos da
Turquia)
Dominação estrangeira
Médio Império
(2.100 a.C. – 1.750 a.C.)
PERÍODO DINÁSTICO
(3.200 a.C. – 525 a.C.)
11. Tutmés III (1.481 a.C.-1.425 a.C.)
Anexou Etiópia, Síria, Fenícia e Palestina
Amenófis III (1.411 a.C. – 1.375 a.C.)
Ampliou o fluxo de escravos
Ramsés II (1.290 a.C. – 1.223 a.C.)
Enfrentou os hititas
12. Estratos sociais:
Sociedade estratificada
Castas hereditárias
Organização social do Egito
Diferente do termo “classe
social”, estrato é o nome da
divisão rígida de uma sociedade
hierarquizada; geralmente ligada
ao nascimento
Forte imobilismo social
Grupos em lugares fixos da
pirâmide social que legam
aos filhos a mesma posição
14. A mulher e dos idosos
Escolha dos
parceiros
01 As mulheres tinham o direito de
escolher seus parceiros (casavam com
14 anos e os homens com 20,
geralmente)
Idosos eram respeitados pelo peso da
oralidade
“Missão” de repassar a cultura para a
posteridade
02
03
Relativo respeito da lei pelas
mulheres
Remuneração do Estado, podendo
adquirir propriedades, apesar de não
poderem exercer algumas ocupações
profissionais
15. QUESTÃO
1 - (URCA CE/2007) “No Egito, o faraó era considerado filho de Amon-Rá e a encarnação de Hórus. (...)
Seus símbolos eram o cetro e a dupla coroa, marca do Alto e do Baixo Egito. Tinha várias mulheres,
mas só a primeira podia usar o título de rainha.”
(ARRUDA José J. e PILETTI, N. 2003).
Sobre as relações de poder e a organização política no antigo Estado Egípcio, é correto afirmar:
a) O aparato burocrático do Estado encontrava-se à serviço dos camponeses e artesãos, camada
inferior da sociedade egípcia, sendo que deles dependia a autoridade dos faraós.
b) A burguesia urbana, detentora da atividade mais lucrativa, controlava o faraó e a burocracia do
Estado, incluindo os escribas e os guerreiros.
c) O faraó era adorado como um deus e era ele quem comandava o exército, distribuía justiça e
organizava as atividades econômicas.
d) A burguesia fortalecida com o intenso comércio com o Sudoeste Asiático, notadamente com os
persas, tinha na figura do faraó a sua principal base de poder.
e) O faraó era controlado pelos sacerdotes e funcionários, que desfrutavam de grande influência
política.
16. QUESTÃO
1 - (URCA CE/2007) “No Egito, o faraó era considerado filho de Amon-Rá e a encarnação de Hórus. (...)
Seus símbolos eram o cetro e a dupla coroa, marca do Alto e do Baixo Egito. Tinha várias mulheres,
mas só a primeira podia usar o título de rainha.”
(ARRUDA José J. e PILETTI, N. 2003).
Sobre as relações de poder e a organização política no antigo Estado Egípcio, é correto afirmar:
a) O aparato burocrático do Estado encontrava-se à serviço dos camponeses e artesãos, camada
inferior da sociedade egípcia, sendo que deles dependia a autoridade dos faraós.
b) A burguesia urbana, detentora da atividade mais lucrativa, controlava o faraó e a burocracia do
Estado, incluindo os escribas e os guerreiros.
c) O faraó era adorado como um deus e era ele quem comandava o exército, distribuía justiça e
organizava as atividades econômicas.
d) A burguesia fortalecida com o intenso comércio com o Sudoeste Asiático, notadamente com os
persas, tinha na figura do faraó a sua principal base de poder.
e) O faraó era controlado pelos sacerdotes e funcionários, que desfrutavam de grande influência
política.
17. QUESTÃO
2 - (FEI SP/2008) Sobre a organização social do Antigo Egito, é correto afirmar:
a) a casta superior era formada pelos agricultores que possuíam as terras em volta do
Nilo.
b) a parte mais numerosa da sociedade era formada por escravos e atingia 50% do total
da população.
c) os sacerdotes, a despeito de numerosos, não tinham papel destacado na sociedade.
d) dentro da aristocracia, formada por sacerdotes, burocratas e nobres, destacavam-se os
escribas, responsáveis pela organização administrativa do Império.
e) no topo da sociedade encontrava-se o faraó e sua família e, abaixo deles, não havia
distinção essencial entre os grupos sociais.
18. QUESTÃO
2 - (FEI SP/2008) Sobre a organização social do Antigo Egito, é correto afirmar:
a) a casta superior era formada pelos agricultores que possuíam as terras em volta do
Nilo.
b) a parte mais numerosa da sociedade era formada por escravos e atingia 50% do total
da população.
c) os sacerdotes, a despeito de numerosos, não tinham papel destacado na sociedade.
d) dentro da aristocracia, formada por sacerdotes, burocratas e nobres, destacavam-se os
escribas, responsáveis pela organização administrativa do Império.
e) no topo da sociedade encontrava-se o faraó e sua família e, abaixo deles, não havia
distinção essencial entre os grupos sociais.
19. Estratos sociais:
A posição da mulher e dos idosos
Castas hereditárias
Organização social do Egito
Diferente do termo “classe
social”, estrato é o nome da
divisão rígida de uma sociedade
hierarquizada; geralmente ligada
ao nascimento
Forte imobilismo social
Grupos em lugares fixos da
pirâmide social que legam
aos filhos a mesma posição
21. Estratos sociais:
Sociedade estratificada
Castas hereditárias
Organização Econômica do Egito
Diferente do termo “classe
social”, estrato é o nome da
divisão rígida de uma sociedade
hierarquizada; geralmente ligada
ao nascimento
Forte imobilismo social
Grupos em lugares fixos da
pirâmide social que legam
aos filhos a mesma posição
22. Principal atividade econômica
Sustentada pelo Nilo
Cultivo de cereais (trigo e
cevada), legumes, frutas,
algodão e linho
Pecuária bovina e caprina
Artesanato de cerâmica,
tecidos e vidro
Indústria naval avançada
Trocas comerciais com outros
povos (compra de metais
preciosos, marfim e madeira)
Pagamento dos impostos
em produtos (produzidos
por eles) ou
Em trabalho nas obras
públicas (pirâmides,
templos, palácios, canais de
irrigação, etc.)
Domínio econômico estatal Servidão coletiva
Domínio das terras e riquezas
naturais
Cobrança de impostos
Mão de obra
Controle da produção
Concessão das terras aos
camponeses
Sociedade agrícola
Organização Econômica do Egito
23. Organização Econômica do Egito
O Egito era um dos “formigueiros humanos” do mundo antigo, em virtude
da sua extraordinária fertilidade renovada anualmente pelos aluviões do
Nilo. Sendo a vida agrícola inteiramente dependente da inundação,
quando esta faltava ou era insuficiente ocorria a fome – apesar das
reservas acumuladas pelo Estado – e morriam milhares de pessoas.
Temos muitos documentos escritos (e às vezes pictóricos) que se
referem a tais épocas calamitosas. Numa delas, durante o Primeiro
Período Intermediário, segundo parece houve casos de canibalismo.
CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
24. Organização Econômica do Egito
Assim, um dos traços mais visíveis da economia egípcia antiga era, sem
dúvida, o estatismo faraônico: a quase totalidade da vida econômica
“passava” pelo rei e seus funcionários, ou pelos templos. Estes últimos
devem ser considerados parte integrante do Estado, mesmo se, em
certas ocasiões, houve atritos entre a realeza e a hierarquia sacerdotal;
aliás, os bens dos templos estavam sob a supervisão do tjati, espécie de
“primeiro-ministro” nomeado pelo faraó.
CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
25. Fins politicos e religiosos
Exaltação do poder faraônico
Esculturas
monumentalidade e rigidez
das formas
Escritas hieroglífica
(sacerdotes), hierática
(funcionários reais para a
administração) e a demótica
(cotidiano popular)
Técnicas de mumificação e
embalsamento dos corpos
Preservação do corpo físico
reservada a pessoas de
prestígio social
Vida eterna no reino de
Osíris (deus dos mortos)
Pirâmides como templos
funerários para o faraó e sua
família
100 mil homens em 20 anos
de construção (aprox.)
Significado político das
pirâmides
Religião egípcia Vida após a morte
Politeísta e antropozoomórfica
Culto às forças da natureza
(“confundidas” com as
divindades)
Amon-Rá (sol) e Hórus (céu)
Faraó como um dos deuses
(deus terreno)
Arte egípcia
Cultura egípcia
27. Engenharia civil
As diversas construções
Calendários solares e
lunares
Previsão das cheias do Nilo
Ciência Astronomia
Construção de sistemas
hidráulicos
Combate a doenças endêmicas
e epidemias
Medicina avançada:
Mumificação e preservação do
corpo
Tratamento de doenças
cardíacas
Matemática
Cultura egípcia
28. Cultura egípcia
A sociedade do Egito antigo tinha, no vértice da hierarquia social, o rei,
considerado um deus, o intermediário necessário entre seu povo e os
outros deuses. Ao contrário dos demais egípcios, o monarca podia ter
diversas esposas legítimas, além de numerosas concubinas. A família
real (normalmente numerosa), os sacerdotes e funcionários de alta
hierarquia, as grandes famílias provinciais, formavam uma aristocracia
tendente à hereditariedade.
CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
29. Cultura egípcia
Quanto às estruturas governamentais, sob o Reino Antigo o faraó era o
mais absoluto dos monarcas, adorado como um deus e visto como
suprema autoridade religiosa, militar, civil e judiciária.
CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.