EGITO
ANTIGO
Desenvolvimento pelas
margens do Rio Nilo
Nordeste do continente
africano
Ao norte, o Mar Mediterrâneo
À leste, o Mar Vermelho
À Oeste, o deserto da Líbia
Google Slides Limites Geográficos “A Dádiva do Nilo”
LOCALIZAÇÃO DO EGITO ANTIGO
Aula de Gustavo Leme sobre o Egito Antigo
Lideranças políticas com
poder administrativo
Organização em nomos
(províncias)
Construção de obras
fluviais (canais, diques e
reservatórios)
Aproveitamento da água
 Crescimento agrícola
influenciou no
desenvolvimento do
comércio
Processo de sedentarização Crescimento das tribos
Ao longo do vale do Nilo
Comunidades agrícolas
Organizadas em clãs
ligados por parentesco
Surgimento dos nomarcas
PERÍODO PRÉ-DINÁSTICO (4.000 a.C. –
3.200 a.C.)
PERÍODO PRÉ-DINÁSTICO (4.000 a.C. –
3.200 a.C.)
 Monarcas do Egito Antigo
 Ser divino
 Monarquia Teocrática
(poder politico e religioso)
 Alto Egito (ao sul)
 Baixo Egito (ao norte)
Unificação política pelo rei
Menés (3.200 a.C.)
 Foi o primeiro Faraó
 + de 30 dinastias
Religiosidade Surgimento dos reinos
 Culto aos antepassados
Faraó
PERÍODO PRÉ-DINÁSTICO (4.000 a.C. –
3.200 a.C.)
PERÍODO PRÉ-DINÁSTICO (4.000 a.C. –
3.200 a.C.)
A que atribuir, então, a unificação do Egito? Existem muitas teorias a
respeito, difíceis de avaliar em virtude da escassez de dados e fontes.
Muitas das tentativas contemporâneas de explicação (L. Krader, B.
Trigger, R. Carneiro) enfatizam fatores ligados à guerra, à conquista,
ao militarismo. Seja como for, tudo indica que o processo de formação
do Egito como reino centralizado dependeu de numerosos fatores –
demográficos, ecológicos, políticos etc. -, entre os quais a irrigação, pelo
menos indiretamente, foi elemento de peso.
CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
 Restituição do poder faraônico
 Política de expansionismo militar
e territorial
 Reforma religiosa do faraó
Amenófis IV (1.375 a.C. – 1.360
a.C.): culto monoteísta à Áton
“disco solar”
 Ikhanatón “servidor de Áton”
 Conflito com os sacerdotes de
Tebas
 Tutankamon (1352 a.C. – 1344
a.C.) retomou o politeísmo
 Redução da carga tributária
 Ampliação das redes
comerciais
 Sesostris II começa o
processo de conquista da
Núbia
 Invasão dos hicsos (povos
da Turquia)
 Dominação estrangeira
Antigo Império
(3.200 a.C. – 2.300 a.C.)
Médio Império
(2.100 a.C. – 1.750 a.C.)
 Tínis (primeira sede governamental)
 Mênfis (a partir de 2.800 a.C.)
 Período de relativa paz
 Construção das pirâmides da IV
dinastia: faraós Quéops, Quéfren e
Miquerinos
 Auxílio dos vizires
 Revoltas sociais enfraqueceram o
faraó (2.300 a.C. – 2.100 a.C.)
 Em 2.100 a.C. inicia-se a restauração
do poder faraônico
Novo Império
(1.580 a.C. – 525 a.C.)
PERÍODO DINÁSTICO
(3.200 a.C. – 525 a.C.)
 Redução da carga tributária
 Ampliação das redes comerciais
 Sesostris II começa o processo de
conquista da Núbia
 Invasão dos hicsos (povos da
Turquia)
 Dominação estrangeira
Antigo Império
(3.200 a.C. – 2.300 a.C.)
Médio Império
(2.100 a.C. – 1.750 a.C.)
 Tínis (primeira sede governamental)
 Mênfis (a partir de 2.800 a.C.)
 Período de relativa paz
 Construção das pirâmides da IV
dinastia: faraós Quéops, Quéfren e
Miquerinos
 Auxílio dos vizires
 Revoltas sociais enfraqueceram o
faraó (2.300 a.C. – 2.100 a.C.)
Novo Império
(1.580 a.C. – 525 a.C.)
PERÍODO DINÁSTICO
(3.200 a.C. – 525 a.C.)
A Grande Esfinge e uma das pirâmides de Gizé, localizados no Cairo, Egito
 Redução da carga tributária
 Ampliação das redes comerciais
 Sesostris II começa o processo de
conquista da Núbia
 Invasão dos hicsos (povos da
Turquia)
 Dominação estrangeira
Médio Império
(2.100 a.C. – 1.750 a.C.)
PERÍODO DINÁSTICO
(3.200 a.C. – 525 a.C.)
 Tutmés III (1.481 a.C.-1.425 a.C.)
Anexou Etiópia, Síria, Fenícia e Palestina
 Amenófis III (1.411 a.C. – 1.375 a.C.)
Ampliou o fluxo de escravos
 Ramsés II (1.290 a.C. – 1.223 a.C.)
Enfrentou os hititas
Estratos sociais:
Sociedade estratificada
Castas hereditárias
Organização social do Egito
 Diferente do termo “classe
social”, estrato é o nome da
divisão rígida de uma sociedade
hierarquizada; geralmente ligada
ao nascimento
Forte imobilismo social
 Grupos em lugares fixos da
pirâmide social que legam
aos filhos a mesma posição
Aula de Gustavo Leme sobre o Egito Antigo
A mulher e dos idosos
Escolha dos
parceiros
01 As mulheres tinham o direito de
escolher seus parceiros (casavam com
14 anos e os homens com 20,
geralmente)
Idosos eram respeitados pelo peso da
oralidade
“Missão” de repassar a cultura para a
posteridade
02
03
Relativo respeito da lei pelas
mulheres
Remuneração do Estado, podendo
adquirir propriedades, apesar de não
poderem exercer algumas ocupações
profissionais
QUESTÃO
1 - (URCA CE/2007) “No Egito, o faraó era considerado filho de Amon-Rá e a encarnação de Hórus. (...)
Seus símbolos eram o cetro e a dupla coroa, marca do Alto e do Baixo Egito. Tinha várias mulheres,
mas só a primeira podia usar o título de rainha.”
(ARRUDA José J. e PILETTI, N. 2003).
Sobre as relações de poder e a organização política no antigo Estado Egípcio, é correto afirmar:
a) O aparato burocrático do Estado encontrava-se à serviço dos camponeses e artesãos, camada
inferior da sociedade egípcia, sendo que deles dependia a autoridade dos faraós.
b) A burguesia urbana, detentora da atividade mais lucrativa, controlava o faraó e a burocracia do
Estado, incluindo os escribas e os guerreiros.
c) O faraó era adorado como um deus e era ele quem comandava o exército, distribuía justiça e
organizava as atividades econômicas.
d) A burguesia fortalecida com o intenso comércio com o Sudoeste Asiático, notadamente com os
persas, tinha na figura do faraó a sua principal base de poder.
e) O faraó era controlado pelos sacerdotes e funcionários, que desfrutavam de grande influência
política.
QUESTÃO
1 - (URCA CE/2007) “No Egito, o faraó era considerado filho de Amon-Rá e a encarnação de Hórus. (...)
Seus símbolos eram o cetro e a dupla coroa, marca do Alto e do Baixo Egito. Tinha várias mulheres,
mas só a primeira podia usar o título de rainha.”
(ARRUDA José J. e PILETTI, N. 2003).
Sobre as relações de poder e a organização política no antigo Estado Egípcio, é correto afirmar:
a) O aparato burocrático do Estado encontrava-se à serviço dos camponeses e artesãos, camada
inferior da sociedade egípcia, sendo que deles dependia a autoridade dos faraós.
b) A burguesia urbana, detentora da atividade mais lucrativa, controlava o faraó e a burocracia do
Estado, incluindo os escribas e os guerreiros.
c) O faraó era adorado como um deus e era ele quem comandava o exército, distribuía justiça e
organizava as atividades econômicas.
d) A burguesia fortalecida com o intenso comércio com o Sudoeste Asiático, notadamente com os
persas, tinha na figura do faraó a sua principal base de poder.
e) O faraó era controlado pelos sacerdotes e funcionários, que desfrutavam de grande influência
política.
QUESTÃO
2 - (FEI SP/2008) Sobre a organização social do Antigo Egito, é correto afirmar:
a) a casta superior era formada pelos agricultores que possuíam as terras em volta do
Nilo.
b) a parte mais numerosa da sociedade era formada por escravos e atingia 50% do total
da população.
c) os sacerdotes, a despeito de numerosos, não tinham papel destacado na sociedade.
d) dentro da aristocracia, formada por sacerdotes, burocratas e nobres, destacavam-se os
escribas, responsáveis pela organização administrativa do Império.
e) no topo da sociedade encontrava-se o faraó e sua família e, abaixo deles, não havia
distinção essencial entre os grupos sociais.
QUESTÃO
2 - (FEI SP/2008) Sobre a organização social do Antigo Egito, é correto afirmar:
a) a casta superior era formada pelos agricultores que possuíam as terras em volta do
Nilo.
b) a parte mais numerosa da sociedade era formada por escravos e atingia 50% do total
da população.
c) os sacerdotes, a despeito de numerosos, não tinham papel destacado na sociedade.
d) dentro da aristocracia, formada por sacerdotes, burocratas e nobres, destacavam-se os
escribas, responsáveis pela organização administrativa do Império.
e) no topo da sociedade encontrava-se o faraó e sua família e, abaixo deles, não havia
distinção essencial entre os grupos sociais.
Estratos sociais:
A posição da mulher e dos idosos
Castas hereditárias
Organização social do Egito
 Diferente do termo “classe
social”, estrato é o nome da
divisão rígida de uma sociedade
hierarquizada; geralmente ligada
ao nascimento
Forte imobilismo social
 Grupos em lugares fixos da
pirâmide social que legam
aos filhos a mesma posição
TAREFA:
Página 55 – exercício 1
Página 56 – exercício 2
Página 74 – exercício 1, 2 e 3
Estratos sociais:
Sociedade estratificada
Castas hereditárias
Organização Econômica do Egito
 Diferente do termo “classe
social”, estrato é o nome da
divisão rígida de uma sociedade
hierarquizada; geralmente ligada
ao nascimento
Forte imobilismo social
 Grupos em lugares fixos da
pirâmide social que legam
aos filhos a mesma posição
 Principal atividade econômica
 Sustentada pelo Nilo
 Cultivo de cereais (trigo e
cevada), legumes, frutas,
algodão e linho
 Pecuária bovina e caprina
 Artesanato de cerâmica,
tecidos e vidro
 Indústria naval avançada
 Trocas comerciais com outros
povos (compra de metais
preciosos, marfim e madeira)
 Pagamento dos impostos
em produtos (produzidos
por eles) ou
 Em trabalho nas obras
públicas (pirâmides,
templos, palácios, canais de
irrigação, etc.)
Domínio econômico estatal Servidão coletiva
 Domínio das terras e riquezas
naturais
 Cobrança de impostos
 Mão de obra
 Controle da produção
 Concessão das terras aos
camponeses
Sociedade agrícola
Organização Econômica do Egito
Organização Econômica do Egito
O Egito era um dos “formigueiros humanos” do mundo antigo, em virtude
da sua extraordinária fertilidade renovada anualmente pelos aluviões do
Nilo. Sendo a vida agrícola inteiramente dependente da inundação,
quando esta faltava ou era insuficiente ocorria a fome – apesar das
reservas acumuladas pelo Estado – e morriam milhares de pessoas.
Temos muitos documentos escritos (e às vezes pictóricos) que se
referem a tais épocas calamitosas. Numa delas, durante o Primeiro
Período Intermediário, segundo parece houve casos de canibalismo.
CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
Organização Econômica do Egito
Assim, um dos traços mais visíveis da economia egípcia antiga era, sem
dúvida, o estatismo faraônico: a quase totalidade da vida econômica
“passava” pelo rei e seus funcionários, ou pelos templos. Estes últimos
devem ser considerados parte integrante do Estado, mesmo se, em
certas ocasiões, houve atritos entre a realeza e a hierarquia sacerdotal;
aliás, os bens dos templos estavam sob a supervisão do tjati, espécie de
“primeiro-ministro” nomeado pelo faraó.
CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
 Fins politicos e religiosos
 Exaltação do poder faraônico
 Esculturas 
monumentalidade e rigidez
das formas
 Escritas hieroglífica
(sacerdotes), hierática
(funcionários reais para a
administração) e a demótica
(cotidiano popular)
 Técnicas de mumificação e
embalsamento dos corpos
 Preservação do corpo físico
reservada a pessoas de
prestígio social
 Vida eterna no reino de
Osíris (deus dos mortos)
 Pirâmides como templos
funerários para o faraó e sua
família
 100 mil homens em 20 anos
de construção (aprox.)
 Significado político das
pirâmides
Religião egípcia Vida após a morte
 Politeísta e antropozoomórfica
 Culto às forças da natureza
(“confundidas” com as
divindades)
 Amon-Rá (sol) e Hórus (céu)
 Faraó como um dos deuses
(deus terreno)
Arte egípcia
Cultura egípcia
Cultura egípcia
 Engenharia civil
 As diversas construções
 Calendários solares e
lunares
 Previsão das cheias do Nilo
Ciência Astronomia
 Construção de sistemas
hidráulicos
 Combate a doenças endêmicas
e epidemias
 Medicina avançada:
 Mumificação e preservação do
corpo
 Tratamento de doenças
cardíacas
Matemática
Cultura egípcia
Cultura egípcia
A sociedade do Egito antigo tinha, no vértice da hierarquia social, o rei,
considerado um deus, o intermediário necessário entre seu povo e os
outros deuses. Ao contrário dos demais egípcios, o monarca podia ter
diversas esposas legítimas, além de numerosas concubinas. A família
real (normalmente numerosa), os sacerdotes e funcionários de alta
hierarquia, as grandes famílias provinciais, formavam uma aristocracia
tendente à hereditariedade.
CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
Cultura egípcia
Quanto às estruturas governamentais, sob o Reino Antigo o faraó era o
mais absoluto dos monarcas, adorado como um deus e visto como
suprema autoridade religiosa, militar, civil e judiciária.
CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.

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Aula de Gustavo Leme sobre o Egito Antigo

  • 2. Desenvolvimento pelas margens do Rio Nilo Nordeste do continente africano Ao norte, o Mar Mediterrâneo À leste, o Mar Vermelho À Oeste, o deserto da Líbia Google Slides Limites Geográficos “A Dádiva do Nilo” LOCALIZAÇÃO DO EGITO ANTIGO
  • 4. Lideranças políticas com poder administrativo Organização em nomos (províncias) Construção de obras fluviais (canais, diques e reservatórios) Aproveitamento da água  Crescimento agrícola influenciou no desenvolvimento do comércio Processo de sedentarização Crescimento das tribos Ao longo do vale do Nilo Comunidades agrícolas Organizadas em clãs ligados por parentesco Surgimento dos nomarcas PERÍODO PRÉ-DINÁSTICO (4.000 a.C. – 3.200 a.C.)
  • 5. PERÍODO PRÉ-DINÁSTICO (4.000 a.C. – 3.200 a.C.)
  • 6.  Monarcas do Egito Antigo  Ser divino  Monarquia Teocrática (poder politico e religioso)  Alto Egito (ao sul)  Baixo Egito (ao norte) Unificação política pelo rei Menés (3.200 a.C.)  Foi o primeiro Faraó  + de 30 dinastias Religiosidade Surgimento dos reinos  Culto aos antepassados Faraó PERÍODO PRÉ-DINÁSTICO (4.000 a.C. – 3.200 a.C.)
  • 7. PERÍODO PRÉ-DINÁSTICO (4.000 a.C. – 3.200 a.C.) A que atribuir, então, a unificação do Egito? Existem muitas teorias a respeito, difíceis de avaliar em virtude da escassez de dados e fontes. Muitas das tentativas contemporâneas de explicação (L. Krader, B. Trigger, R. Carneiro) enfatizam fatores ligados à guerra, à conquista, ao militarismo. Seja como for, tudo indica que o processo de formação do Egito como reino centralizado dependeu de numerosos fatores – demográficos, ecológicos, políticos etc. -, entre os quais a irrigação, pelo menos indiretamente, foi elemento de peso. CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
  • 8.  Restituição do poder faraônico  Política de expansionismo militar e territorial  Reforma religiosa do faraó Amenófis IV (1.375 a.C. – 1.360 a.C.): culto monoteísta à Áton “disco solar”  Ikhanatón “servidor de Áton”  Conflito com os sacerdotes de Tebas  Tutankamon (1352 a.C. – 1344 a.C.) retomou o politeísmo  Redução da carga tributária  Ampliação das redes comerciais  Sesostris II começa o processo de conquista da Núbia  Invasão dos hicsos (povos da Turquia)  Dominação estrangeira Antigo Império (3.200 a.C. – 2.300 a.C.) Médio Império (2.100 a.C. – 1.750 a.C.)  Tínis (primeira sede governamental)  Mênfis (a partir de 2.800 a.C.)  Período de relativa paz  Construção das pirâmides da IV dinastia: faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos  Auxílio dos vizires  Revoltas sociais enfraqueceram o faraó (2.300 a.C. – 2.100 a.C.)  Em 2.100 a.C. inicia-se a restauração do poder faraônico Novo Império (1.580 a.C. – 525 a.C.) PERÍODO DINÁSTICO (3.200 a.C. – 525 a.C.)
  • 9.  Redução da carga tributária  Ampliação das redes comerciais  Sesostris II começa o processo de conquista da Núbia  Invasão dos hicsos (povos da Turquia)  Dominação estrangeira Antigo Império (3.200 a.C. – 2.300 a.C.) Médio Império (2.100 a.C. – 1.750 a.C.)  Tínis (primeira sede governamental)  Mênfis (a partir de 2.800 a.C.)  Período de relativa paz  Construção das pirâmides da IV dinastia: faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos  Auxílio dos vizires  Revoltas sociais enfraqueceram o faraó (2.300 a.C. – 2.100 a.C.) Novo Império (1.580 a.C. – 525 a.C.) PERÍODO DINÁSTICO (3.200 a.C. – 525 a.C.) A Grande Esfinge e uma das pirâmides de Gizé, localizados no Cairo, Egito
  • 10.  Redução da carga tributária  Ampliação das redes comerciais  Sesostris II começa o processo de conquista da Núbia  Invasão dos hicsos (povos da Turquia)  Dominação estrangeira Médio Império (2.100 a.C. – 1.750 a.C.) PERÍODO DINÁSTICO (3.200 a.C. – 525 a.C.)
  • 11.  Tutmés III (1.481 a.C.-1.425 a.C.) Anexou Etiópia, Síria, Fenícia e Palestina  Amenófis III (1.411 a.C. – 1.375 a.C.) Ampliou o fluxo de escravos  Ramsés II (1.290 a.C. – 1.223 a.C.) Enfrentou os hititas
  • 12. Estratos sociais: Sociedade estratificada Castas hereditárias Organização social do Egito  Diferente do termo “classe social”, estrato é o nome da divisão rígida de uma sociedade hierarquizada; geralmente ligada ao nascimento Forte imobilismo social  Grupos em lugares fixos da pirâmide social que legam aos filhos a mesma posição
  • 14. A mulher e dos idosos Escolha dos parceiros 01 As mulheres tinham o direito de escolher seus parceiros (casavam com 14 anos e os homens com 20, geralmente) Idosos eram respeitados pelo peso da oralidade “Missão” de repassar a cultura para a posteridade 02 03 Relativo respeito da lei pelas mulheres Remuneração do Estado, podendo adquirir propriedades, apesar de não poderem exercer algumas ocupações profissionais
  • 15. QUESTÃO 1 - (URCA CE/2007) “No Egito, o faraó era considerado filho de Amon-Rá e a encarnação de Hórus. (...) Seus símbolos eram o cetro e a dupla coroa, marca do Alto e do Baixo Egito. Tinha várias mulheres, mas só a primeira podia usar o título de rainha.” (ARRUDA José J. e PILETTI, N. 2003). Sobre as relações de poder e a organização política no antigo Estado Egípcio, é correto afirmar: a) O aparato burocrático do Estado encontrava-se à serviço dos camponeses e artesãos, camada inferior da sociedade egípcia, sendo que deles dependia a autoridade dos faraós. b) A burguesia urbana, detentora da atividade mais lucrativa, controlava o faraó e a burocracia do Estado, incluindo os escribas e os guerreiros. c) O faraó era adorado como um deus e era ele quem comandava o exército, distribuía justiça e organizava as atividades econômicas. d) A burguesia fortalecida com o intenso comércio com o Sudoeste Asiático, notadamente com os persas, tinha na figura do faraó a sua principal base de poder. e) O faraó era controlado pelos sacerdotes e funcionários, que desfrutavam de grande influência política.
  • 16. QUESTÃO 1 - (URCA CE/2007) “No Egito, o faraó era considerado filho de Amon-Rá e a encarnação de Hórus. (...) Seus símbolos eram o cetro e a dupla coroa, marca do Alto e do Baixo Egito. Tinha várias mulheres, mas só a primeira podia usar o título de rainha.” (ARRUDA José J. e PILETTI, N. 2003). Sobre as relações de poder e a organização política no antigo Estado Egípcio, é correto afirmar: a) O aparato burocrático do Estado encontrava-se à serviço dos camponeses e artesãos, camada inferior da sociedade egípcia, sendo que deles dependia a autoridade dos faraós. b) A burguesia urbana, detentora da atividade mais lucrativa, controlava o faraó e a burocracia do Estado, incluindo os escribas e os guerreiros. c) O faraó era adorado como um deus e era ele quem comandava o exército, distribuía justiça e organizava as atividades econômicas. d) A burguesia fortalecida com o intenso comércio com o Sudoeste Asiático, notadamente com os persas, tinha na figura do faraó a sua principal base de poder. e) O faraó era controlado pelos sacerdotes e funcionários, que desfrutavam de grande influência política.
  • 17. QUESTÃO 2 - (FEI SP/2008) Sobre a organização social do Antigo Egito, é correto afirmar: a) a casta superior era formada pelos agricultores que possuíam as terras em volta do Nilo. b) a parte mais numerosa da sociedade era formada por escravos e atingia 50% do total da população. c) os sacerdotes, a despeito de numerosos, não tinham papel destacado na sociedade. d) dentro da aristocracia, formada por sacerdotes, burocratas e nobres, destacavam-se os escribas, responsáveis pela organização administrativa do Império. e) no topo da sociedade encontrava-se o faraó e sua família e, abaixo deles, não havia distinção essencial entre os grupos sociais.
  • 18. QUESTÃO 2 - (FEI SP/2008) Sobre a organização social do Antigo Egito, é correto afirmar: a) a casta superior era formada pelos agricultores que possuíam as terras em volta do Nilo. b) a parte mais numerosa da sociedade era formada por escravos e atingia 50% do total da população. c) os sacerdotes, a despeito de numerosos, não tinham papel destacado na sociedade. d) dentro da aristocracia, formada por sacerdotes, burocratas e nobres, destacavam-se os escribas, responsáveis pela organização administrativa do Império. e) no topo da sociedade encontrava-se o faraó e sua família e, abaixo deles, não havia distinção essencial entre os grupos sociais.
  • 19. Estratos sociais: A posição da mulher e dos idosos Castas hereditárias Organização social do Egito  Diferente do termo “classe social”, estrato é o nome da divisão rígida de uma sociedade hierarquizada; geralmente ligada ao nascimento Forte imobilismo social  Grupos em lugares fixos da pirâmide social que legam aos filhos a mesma posição
  • 20. TAREFA: Página 55 – exercício 1 Página 56 – exercício 2 Página 74 – exercício 1, 2 e 3
  • 21. Estratos sociais: Sociedade estratificada Castas hereditárias Organização Econômica do Egito  Diferente do termo “classe social”, estrato é o nome da divisão rígida de uma sociedade hierarquizada; geralmente ligada ao nascimento Forte imobilismo social  Grupos em lugares fixos da pirâmide social que legam aos filhos a mesma posição
  • 22.  Principal atividade econômica  Sustentada pelo Nilo  Cultivo de cereais (trigo e cevada), legumes, frutas, algodão e linho  Pecuária bovina e caprina  Artesanato de cerâmica, tecidos e vidro  Indústria naval avançada  Trocas comerciais com outros povos (compra de metais preciosos, marfim e madeira)  Pagamento dos impostos em produtos (produzidos por eles) ou  Em trabalho nas obras públicas (pirâmides, templos, palácios, canais de irrigação, etc.) Domínio econômico estatal Servidão coletiva  Domínio das terras e riquezas naturais  Cobrança de impostos  Mão de obra  Controle da produção  Concessão das terras aos camponeses Sociedade agrícola Organização Econômica do Egito
  • 23. Organização Econômica do Egito O Egito era um dos “formigueiros humanos” do mundo antigo, em virtude da sua extraordinária fertilidade renovada anualmente pelos aluviões do Nilo. Sendo a vida agrícola inteiramente dependente da inundação, quando esta faltava ou era insuficiente ocorria a fome – apesar das reservas acumuladas pelo Estado – e morriam milhares de pessoas. Temos muitos documentos escritos (e às vezes pictóricos) que se referem a tais épocas calamitosas. Numa delas, durante o Primeiro Período Intermediário, segundo parece houve casos de canibalismo. CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
  • 24. Organização Econômica do Egito Assim, um dos traços mais visíveis da economia egípcia antiga era, sem dúvida, o estatismo faraônico: a quase totalidade da vida econômica “passava” pelo rei e seus funcionários, ou pelos templos. Estes últimos devem ser considerados parte integrante do Estado, mesmo se, em certas ocasiões, houve atritos entre a realeza e a hierarquia sacerdotal; aliás, os bens dos templos estavam sob a supervisão do tjati, espécie de “primeiro-ministro” nomeado pelo faraó. CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
  • 25.  Fins politicos e religiosos  Exaltação do poder faraônico  Esculturas  monumentalidade e rigidez das formas  Escritas hieroglífica (sacerdotes), hierática (funcionários reais para a administração) e a demótica (cotidiano popular)  Técnicas de mumificação e embalsamento dos corpos  Preservação do corpo físico reservada a pessoas de prestígio social  Vida eterna no reino de Osíris (deus dos mortos)  Pirâmides como templos funerários para o faraó e sua família  100 mil homens em 20 anos de construção (aprox.)  Significado político das pirâmides Religião egípcia Vida após a morte  Politeísta e antropozoomórfica  Culto às forças da natureza (“confundidas” com as divindades)  Amon-Rá (sol) e Hórus (céu)  Faraó como um dos deuses (deus terreno) Arte egípcia Cultura egípcia
  • 27.  Engenharia civil  As diversas construções  Calendários solares e lunares  Previsão das cheias do Nilo Ciência Astronomia  Construção de sistemas hidráulicos  Combate a doenças endêmicas e epidemias  Medicina avançada:  Mumificação e preservação do corpo  Tratamento de doenças cardíacas Matemática Cultura egípcia
  • 28. Cultura egípcia A sociedade do Egito antigo tinha, no vértice da hierarquia social, o rei, considerado um deus, o intermediário necessário entre seu povo e os outros deuses. Ao contrário dos demais egípcios, o monarca podia ter diversas esposas legítimas, além de numerosas concubinas. A família real (normalmente numerosa), os sacerdotes e funcionários de alta hierarquia, as grandes famílias provinciais, formavam uma aristocracia tendente à hereditariedade. CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.
  • 29. Cultura egípcia Quanto às estruturas governamentais, sob o Reino Antigo o faraó era o mais absoluto dos monarcas, adorado como um deus e visto como suprema autoridade religiosa, militar, civil e judiciária. CARDOSO, Ciro Flamarion. O Egito Antigo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.