Este capítulo discute a identidade do trabalhador intérprete de Libras educacional, analisando os desafios do ato tradutório-interpretativo entre a língua de sinais e a língua oral. Apresenta a trajetória histórica da profissão e sua inserção na educação, destacando a importância da formação para além da sinalização. A identidade do intérprete ainda está em construção e depende do reconhecimento de suas competências e atribuições no processo de ensino-aprendizagem dos estudantes surdos.