SLIDES PROGRAMA DE ATENÇÃO INSLIDESTEGRAL A SAÚDE DA MULHER.pptx
1. PROGRAMA DE ATENÇÃO
INTEGRAL A SAÚDE DA
MULHER.
ENFERMEIRA: ELIANE VIEIRA
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 1
2. PAISM: (programa de atenção integral a
saúde da mulher)
Agenda Feminista da Saúde Pública
Criado: (1983/1984)
..
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 2
SAÚDE DA
MULHER.
3. História da Política de Atenção à Saúde da Mulher.
Década de 30, 50 e 70: os programas materno –
infantis, traduziam uma visão restrita sobre a
mulher, baseada no seu papel social de mãe e
domestica.
Década de 80 a 90: muitos movimentos feministas
foram para as ruas, o que incentivou a criação do
PAISM, que foi influenciado pelas características da
nova politica de saúde o SUS .
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 3
4. História da Política de Atenção à
Saúde da Mulher.
2001: foi criado a NOAS – Norma Operacional de Assistência
à Saúde que amplia as responsabilidades dos municípios e
regionaliza a atenção a saúde.
2003: foi criado medidas que visão a redução da mortalidade
materna.
2004: foi criado a PNAISM - Política Nacional de Atenção
Integral à Saúde da Mulher.
2006: foi criado o Pacto pela Saúde que tinha o objetivo de
controlar o câncer de colo uterino e mama, reduzir a
mortalidade materna e a promoção de saúde incentivando
hábitos saudáveis.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 4
5. PAISM - Programa de Assistência
Integral à Saúde da Mulher
As preocupações sobre o controle de natalidade, fez com que o
Ministério da Saúde elaborasse no ano de 1983 um programa
voltado para a saúde da mulher, o mesmo faria parte de bases da
ação programática o PAISM - Programa de Assistência Integral à
Saúde da Mulher.
Este programa tem por objetivo promover a assistência integral à
saúde da mulher, e a redução da morbimortalidade deste grupo.
Ele normatiza, organiza e monitora, juntamente com os Distritos
Sanitários, as ações de atenção à saúde da mulher em todos os
níveis de complexidade na Rede Municipal e Federal de Saúde.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 5
6. PAISM - Programa de Assistência
Integral à Saúde da Mulher
Suas ações estão voltadas para os cuidados que
compreendem cinco eixos:
1.Planejamento da vida sexual e reprodutiva;
2.pré - natal;
3.parto e puerpério;
4.prevenção e detecção precoce do câncer do colo
uterino e da mama;
5.violência sexual.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 6
7. .
.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 7
8. PNAISM - Programa Nacional de
Atenção Integral à Saúde da Mulher
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 8
É uma política pública que se baseia nos
princípios do PAISM e busca ampliar e
aprofundar as ações de atenção integral à
saúde da mulher.
Define diretrizes e estratégias para garantir
o acesso, a qualidade e a integralidade da
atenção à saúde da mulher em todas as
fases da vida.
Inclui a promoção, prevenção, assistência e
recuperação da saúde, com ênfase na
9. PNAISM - Programa Nacional de
Atenção Integral à Saúde da Mulher
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 9
Busca promover a saúde da mulher como um direito
humano, considerando suas necessidades específicas
e contextos sociais e culturais.
A PNAISM é uma política mais abrangente e
estruturada, que visa garantir e ampliar a efetivação
dos direitos das mulheres no âmbito da saúde no
SUS.
10. ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM
MULHERES EM ÍDADE FÉRTIL
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 1 0
Acolhimento
Consulta de enfermagem
Coleta de exame citopatológico/Mama
Tratamento de infecções vaginais
Referencias para outros profissionais e
serviços
Prevenção de DST/ AIDS
Planejamento familiar
Ações de vigilância à saúde
11. Os Cuidados com a nossa saúde
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 1 1
Em todas as etapas de nossas vidas....
12. Pré -Natal
O Pré – Natal consiste no
acompanhamento durante a gravidez,
pelos profissionais de saúde.
Seu objetivo é acolher a mulher desde o
princípio da gravidez, assegurando, no fim
da gestação, o nascimento de uma criança
saudável e garantia do bem- estar
materno e neonatal.
Toda mulher tem direito há 6 consultas no
mínimo, alternadas entre o profissional
medico e enfermeiro, garantindo uma
consulta médica por trimestre, no mínimo.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 1 2
13. Essa duração é de cerca de 38 semanas (266 dias) após
a concepção, ou seja cerca de 40 semanas após a
última menstruação.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 1 3
14. Consulta Puerperal ( até 42 Dias)
Investigação e registro:
Escutar a mulher, realizar avaliações e Orientação.
Uso de Método anticoncepcional durante aleitamento:
Amenorreia ( ausência de menstruação)
Métodos não hormonais e métodos de barreira:
DIU, Preservativo, anticoncepcional oral, Injetável Trimestral e os
métodos comportamentais.
Não Utilizados em lactantes: Anticoncepcional oral combinado e o injetável
mensal.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 1 4
15. 0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 1 5
16. Exame Papanicolau ou Preventivo
É um exame que procura detectar alterações no colo do útero, deve ser
realizado por enfermeiros ou médicos.
O enfermeiro participa do procedimento desde a orientação e o preparo da
paciente, e a realização do exame.
O Papanicolau consiste no estudo das células do cérvix ou colo uterino que
é a parte do útero que protege ou aparece na vagina e, é a parte que dilata-
se, formando o canal do parto, nele localizam-se as glândulas chamadas
Criptas do colo responsáveis pela produção do muco cervical.
Avaliando lesões de alto grau tipo NIC I, II e III
Recomenda-se fazer o exame de 1 ou 2 anos quando estiver normal
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 1 6
17. 0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 1 7
18. Câncer de Colo de Útero
O colo uterino é formado por camadas de células epiteliais
pavimentosas, que ao sofrerem transformação intra – epiteliais
progressiva, podem evoluir para uma lesão cancerosa invasiva em um
período de 10 a 20 anos.
A prevenção do câncer do colo do útero está relacionada à diminuição
do risco de contágio pelo papiloma vírus humano (HPV).
Atualmente há duas vacinas aprovadas que protegem contra os
subtipos 16 e 18 do HPV. Ambas são eficazes contra as lesões
precursoras do câncer cérvico-uterino, principalmente se utilizadas
antes do contato com o vírus.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 1 8
19. 0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 1 9
20. Câncer de Mama
É o mais comum nas brasileiras, afeta 11 mil pessoas todos
os anos.
É o segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de
mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo
por 22% dos casos novos a cada ano. Se diagnosticado e
tratado oportunamente, o prognóstico é relativamente bom.
O enfermeiro atua orientando quanto ao auto exame de
mamas e avaliando as mamas durante o preventivo.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 2 0
21. Câncer de Mama
Prevenção
Evitar a obesidade, ingestão de álcool, assim como a exposição a
radiações ionizantes em idade inferior aos 35 anos.
A mamografia é indicada anualmente para mulheres a partir
de 40 anos.
Auto exame procure:
Nódulos (caroços), Abaulamentos, Retração, Secreção no
mamilo.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 2 1
22. 0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 2 2
23. 0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 2 3
24. 0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 2 4
25. Mortalidade Materna
A mortalidade materna significa, a investigação epidemiológica
das causas de morte materna e os indicadores de qualidade da
atenção à saúde na assistência prestada às mulheres, durante
o seu ciclo gravídico – puerperal e ao aborto.
Enfermeiro tem como objetivo a promoção de ações
preventivas para a morte materna evitável. Participando dos
projetos visando a redução das taxas de proteção aos direitos
da mulher, reunindo esforços, conscientizando e sensibilizando
em suas ações preventivas.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 2 5
26. Mortalidade Materna
A participação do Enfermeiro no âmbito da
prevenção da mortalidade materna foi reconhecida
nas portarias do Ministério da Saúde que tratam do
tema, como fator importante de mudança.
Faz-se necessário determinar um prazo para que
estas modificações ocorram, pois não podemos, nem
devemos mais tolerar mortes maternas evitáveis.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 2 6
27. Violência contra a mulher
• A violência é um problema de todos os segmentos da sociedade. É questão de saúde
pública , porque afeta a saúde individual e coletiva e exige, para sua preservação e
enfrentamento, a formulação de politicas especificas e a qualificação das equipes
para a devida assistência.
• Depois da Lei n° 11.340/06 a violência domestica é considerada como uma das
formas de violação dos direitos humanos. Alterando o Código Penal e possibilitando
que agressores sejam presos em flagrante, ou tenham prisão preventiva decretada
quando ameaçarem a integridade física da mulher.
• Prevê medidas de proteção para a mulher que corre risco de morte, como o
afastamento do agressor do domicilio e proibição de sua aproximação física junto à
mulher agredida(BRASIL, 2006g).
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 2 7
28. Violência contra a mulher
Uma mulher que foi espancada por seu companheiro por 6 anos,
idealizou esta lei “Maria da Penha”, recebeu seu próprio nome como
forma de homenagem. Tal mulher Maria da Penha Maia Fernandes, foi
baleada nas costa o que causou uma paralisia.
Seu companheiro foi autuado, após 19 anos e cumpriu somente 2
anos de prisão, tal injustiça a levou a liderar os movimentos de defesa
dos direitos das mulheres. Pois ela deseja que todos os companheiros
agressor paguem pelo dano moral e psicológicos o qual causam nestas
mulheres.
A Lei n° 11340/2006, batizada então de Maria da Penha, foi criada
com o intuito de combater todos os tipos de agressões contra a
mulher.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 2 8
29. 0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 2 9
30. Referência Bibliográfica
Caderno de Atenção Básica de saúde sexual e reprodutiva.
Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2010
BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Assistência Integral à Saúde da Mulher: bases de ação programática.
Brasília, DF: Ministério da Saúde, 1985.
BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Atenção Integral para Mulheres e Adolescentes em Situação de Violência Domestica e Sexual.
Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2011.
BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher.
Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2004.
BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Manual Técnico dos Profissionais de Saúde sobre Prevenção do Câncer do Colo do Útero
Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2002.
0 1 / 0 3 / 2 0 X X E X E M P L O D E T E X TO D E R O DA P É 3 0