Este documento discute a autonomia de decisão de idosos com câncer sobre seus tratamentos oncológicos. Primeiramente, aborda como o conceito de velhice está em transição para reconhecer a autonomia de quem envelhece. Segundo, destaca que muitos idosos têm incapacidades funcionais que levam à perda de independência, e também são mais propensos a doenças graves como o câncer. Por fim, aponta que as decisões dos idosos sobre a própria vida e tratamentos podem não ser respeitadas por familia